
Trata-se de mais um dos projectos do Bill Leeb, o som deste album encontra-se algures entre Front Line Assembly(FLA) e Delerium (outros projectos do Leeb) misturando alguma agressividade existente em FLA com o som ambiental de Delerium. Ideal para se ouvir numa longa viagem (num carro com boa insonorização) ou com phones.
A ouvir.

O som deste ep Richtfest soa já 1 bocado batido, as samples são demasiado previsiveis, não é que seja mau mas fazer sempre o mesmo tipo de som torna-se monotono. Até me pareceu reconhecer 1 sample usada numa música de Diary of Dreams e sendo eles da mesma editora se calhar não é coincidência :P
No final gostei mais das remixes de Suicide Commando e do Daniel Myer do que da música original.
Vou ver se ouço o album "Coded Message" que saiu depois a ver se mudo de opinião

Nos últimos tempos tinha andado 1 bocado afastado dos sons electro/ebm, e resolvi ir ouvir as novidades desta área.
A 1ª coisa que ouvi foi este ep dos Grendel "Soilbleed" e foi 1 grande começo, este ep é agressivo e dançavel nas doses certas e tem muito boa qualidade em termos de letras, sendo o melhor exemplo a faixa título.
E se os eps costumam valer pela faixa título e as suas remixes, esta tem ainda + 4 músicas igualmente boas, sendo o bonus a última faixa "Dream II" com a participação dos fabulosos Ordo Rosarius Equilibrio (Thomas Petterson rulezzzzzzzzzz).
A não perder
Os Meshuggah são umas das bandas mais dificeis de catalogar, o seu som pode parecer caotico quase improviso mas numa análise mais profunda vê-se a ordem que emana dele e quando se vê a luz torna-se extremamente viciante.
Este "catch 33" parece ainda mais experimental que o anterior "nothing" e é uma banda sonora perfeita para noites de terror.

O mestre Rudy Ratzinger está de volta em grande estilo, e optou por 1 som mais calmo um pouco à semelhança do anterior "Bone Peeler".
De salientar as excelentes "churist churist" a melhor do cd, já prevejo 1 cd só de remixes desta música, a "evoke" com 1 som muito obscuro e 1 pouco retro, a instrumental "tomb" as quase instrumentais "krolok" (mais calma) e a rápida "breathe" e a "hold" e "obsession" com a participação de Aleta Welling.
Um excelente album como é habitual nos :wumpscut: que continuam como #1 na cena electro

Não sei se isto já é old news, mas como fiquei tão contente com a notícia tinha que pôr aqui 1 postzito. O grande Anthony vem mais 1 vez a Portugal e desta vez passa pelo Porto, mais precisamente na casa da música.
As datas são:
29 Maio Porto Casa da Música
30 Maio Famalicao Casa das Artes
31 Maio Lisboa Aula Magna

Já se passaram 15 anos desde que saiu o "Lost Paradise", e este "Paradise Lost" é já o 10º album de originais de uma das bandas mais marcantes no mundo do metal.
É claro que o som actual dos PL já não tem nada a haver com o do ínicio, mas desde o anterior cd "Symbol of Life" parece que acertaram com o caminho e com este "Paradise Lost" reforçaram essa ideia.
São músicas bem marcantes, com guitarras que não perdem muito quando comparadas com as do "Draconian Times" ou as do "Icon". De todas as músicas a menos conseguida é a "Forever after" que por acaso é o 1º single (típico), de resto as outras são daquelas que apetece sempre repetir, repetir, repetir...
Ah e é optimo para andar de carro a abrir por aí fora, esta foi a dica para os do tunning lol.
Os irlandeses Primordial estão de volta, o som deles sempre foi muito caracteristico com muitas influências celtas, mas com aquele ambiente muito black metal. Misturando o epico com o melancolico de uma maneira muito harmoniosa este "the gathering wilderness" pode bem ser o seu melhor cd até ao momento.
Para quem já os conhece não podem perder este cd, para quem não os conhece este cd é o ponto de partida ideal para ouvirem esta grande banda irlandesa.
E aí está a primeira perola do ano,"Character" dos não menos que fabulosos Dark Tranquillity, o ep "Lost to Apathy" já tinha dado boas pistas em relação a este album mas ele suplanta todas as expectativas. Aliás a música "lost to apathy" acaba por ser a menos conseguida no album.
O album é bem pesado, muito na linha dos anteriores "Damage done" e "Haven" mas os DT têm a extrema capacidade de transformar o pesado em melódico com 1 som muito rico e claro muito bem produzido, continuam a ser a referência a seguir no death metal melódico.
E só é pena que não passem (mais uma vez) por cá :(
Quando vi o nome desta banda pensei "aí vem mais uma banda pseudo-gótica" especialmente porque vi que também tinha voz feminina. Mas não, o som dos Draconian neste cd é muito mais doom, a voz mais próxima de My Dying Bride a produção está muito boa e a voz feminina até que é interessante.
O ano ainda mal começou mas duvido que se faça muito melhor este ano na area do doom.
Já cá canta o novo DVD de Anathema "were you there?" E chegou em boa hora, as músicas calmas e intimistas que os têm caracterizado nos ultimos albuns combinam bem com este tempo de frio e este espirito de melancolia que o Inverno traz.
O DVD contém 1 concerto (16 músicas)gravado em Cracovia (mania de irem gravar concertos para a Polonia) parte da digressão que se seguiu ao album "A natural disaster".
Depois nos extras temos 1 concerto acústico gravado em Liverpool (4 músicas), muito semelhante ao que tive oportunidade de assistir em Leiria mais o videoclip "pressure" e mais 2 músicas de 1 concerto em Londres e de outro em Hamburgo.
Um DVD essencial, e que só custa €20 (no meu fornecedor :P )
Aqui está uma boa maneira de acabar o ano em termos de metal, este album dos Suecos Slumber é sem dúvida 1 dos grandes albuns do ano. É doom/death metal melódico na linha dos Katatonia nos tempos do "brave murder day" e também Rapture.
A voz agressiva contrasta bem com a melodia das guitarras (muito bem executado) e os momentos (poucos) com voz feminina faz-me lembrar Tristania, o que é bom quando não usado em exagero.
O ponto negativo é a duração do cd, cerca de 37m, mas por outro lado mais vale ter 37m de boa música do que ter 1 album razoavel de 60m.
No outro dia ouvi a noticia de que tinha acontecido 1 tiroteio num concerto de uma banda de metal no Ohio, mas não liguei muito à noticia. E só hoje é que vi que a banda eram os Damageplan a nova banda de um dos mais carismáticos guitarristas da história do metal, o grande Dime bag Darrell ex-guitarrista dos Pantera.
E assim 1 maluco qualquer mata 1 dos melhores guitarristas do mundo, no mesmo dia em que 24 anos antes John Lennon era assassinado.
E no dia 4 lá estiveram os Anathema ou melhor os irmãos Cavanagh e 1 violoncelista a interpretar temas dos Anathema num concerto acustico / semi acustico. Impressionante o clima de à vontade que se criou naquela sala, onde os pequenos erros (normais para 1 inicio de digressão) eram motivo de conversas com o publico. Mas já era de esperar, os Anathema sempre foram uma banda simpatica, muito ao contrário de outras bandas britânicas, não vou referir nomes mas as iniciais são PL :P
Foi muito bom ouvir os clássicos dos Anathema reduzidos à sua forma mais simples, deu bem para ver a beleza da voz do Vincent e do Daniel.
Foi também original terem tocado temas de outros autores The Beatles, Nirvana, Pink Floyd e para acabar 1 belissimo tema do Nick Drake, fiquei com vontade de ouvir mais coisas dele.
E no fim de cerca de 2h horas de concerto ficou a promessa que voltam em Abril com novos temas de 1 novo album que será editado depois da digressão!!
Vamos lá a ver qual a editora que vai ficar com eles.
Eu sei que isto já devia ter sido postado.
O concerto dos The Gathering no HC foi 1 dos melhores a que já assisti, e eu já assisti a muitos. A perfeição quer instrumental quer da voz da Anneke impressionavam qualquer 1, de semi-acustico o concerto não teve nada, foi bem electrico, bem sentido e muito enérgico. Nota 10 para a Anneke que mesmo grávida (e pela barriga já deve ir com uns bons meses) não parava quieta, puxando pelo público. O final com o opus "Black Light District" que na versão original tem uns 16m e meio mas que ali deve ter durado mais de 20 foi impressionante.
Saí de lá com 1 longo sorriso, valeu a pena esperar por 1 concerto deles.
Pearl Jam. Has there been a worse band in the history of humanity? Dire Straits? The Temptations? Some cavemen throwing sticks at pterodactyls?
Nope. They win!
Basically, what happened is Eddie Vedder grew up without a dad in a Dumpster behind Safeway so he started writing songs to make everyone else in the whole world just as miserable as he is (or so we imagine) -- and guess what? Success. This double-CD set documents 12 years' worth of one-word, one-dimensional songs like "Alive," "Daughter" and "Dissident."
-- Aidin Vaziri.
Um dos projectos mais interessantes de toda a area dark/electronic/goth está de volta e estão outra vez no bom caminho. "Nigredo" pode estar ao lado dos albuns "psychoma" e "end of flowers" sem se sentir menor.Porque é mais uma demonstração de como os Diary of Dreams são reis incontestados deste género musical.
Músicas obscuras e intimistas como a "charma sleeper" e a "dead letter" co-habitam de uma forma exemplar com músicas mais dedicadas aos clubes electro como sejam a "psycho-logic" e a viciante "kindrom".
A voz do Adrian Hates associada a uma produção 5 estrelas faz com que fique mais 1 album para a história, 1 album que não é para ouvir e deitar fora passadas umas semanas, este é para ir ouvindo ao longo dos tempos.
Fico à espera que eles voltem cá depois de 1 concerto fabuloso numa noite de Halloween há uns anos atrás lá para os lados do HC.
Pois é os adorados Anathema vêm cá, actuam dia 3 de Dezembro em LX e dia 4 em Leiria, ambos os concertos (acusticos) são em auditórios do IPJ, a lotação é pequena por isso apressem-se a reservar os bilhetes, eles custam 12 em pré-reserva e 13 no próprio dia.
Para mais informações contactar anathemaportugal@hotmail.com ou 966 970 664 ou 967 035 081
E não esquecer que dia 19 deste mês os The Gathering actuam no Hard Club
Lost to Apathy
Este é o ep que antecede o 7º album "Character" é o nome e é editado em Janeiro. Isto é tortura ter so 2 músicas novas e ter q esperar para ouvir o album, bem diferentes as 2 musicas originais, enquanto q a "Lost to Apathy" é o tipico som dos 2 ultimos albuns a "Derivation" com o seu som bem ambiental parece saída do "Projektor" e isso é optimo :))
Já se passaram 10 anos desde q os ouvi pela 1ª vez e continuam a ocupar 1 lugar no top 5 das minhas bandas preferidas.
Vao andar em digressao pela europa mas infelizmente o mais perto q passam é :
Feb. 11 - Bergara (E) Jam
Feb. 12 - Madrid (E) Arena
Feb. 13 - Barcelona (E) Razzmatazz 1
buahhhhhhhhhhhhh

Isto tá complicado Hocico no fim do mês e The Gathering a meio de Novembro, infelizmente os euros não dão para tudo e não devo ir a este. Mas é altamente recomendável, recuperando a tradição de grandes concertos na noite de Halloween.
Mais pormenores em Soundfactory

Esta coisa é da responsabilidade da Epic / Sony que é proprietária do catálogo de PJ até ao presente dia.

Feliz regresso do vocalista Peter Dolving (tinha sido o vocalista no album de estreia), aos The Haunted. O album do ano passado "One Kill Wonder" tinha deixado um gosto amargo, não é que fosse 1 mau album, mas quando se trata dos The Haunted é de exigir albuns q marquem. E este rEVOLVEr faz bem isso. Mais 1 sério concorrente a album do ano.

entretanto continua também o 14º festival de jazz do porto

Finalmente surge 1 novo album dos Samael, que eu pensava já estarem em fase de separação. "Reign of Light" é o nome, e pode-se considerar a continuação do "Eternal", com as incursões electrónicas e a voz pesada do Vorph.
"rise rise catch your dream free your soul and let it shine, shine free your soul and let it begin the reign of light"

Tu que andas sempre descalço,
Tom Sawyer,
junto ao rio a passear,
Tom Sawyer,
mil amigos deixarás, aqui e além
a descobrir o mundo
viver aventuras
já agora, o autor desta maravilha acabou de lançar um novo disco
As minhas últimas audições trouxeram boas surpresas.
eis a lista:
Amplifier "amplifier"
Culf of Luna "salvation"
Isis "panoticon"
Neurosis "the eye of every storm"
Threshold "subsurface"
Textures "polars"
Scarve "irradiant"
Elend "suwar the dead"
Comecei com Amplifier "amplifier" é um trio britânico, dizem os criticos que têm 1 som parecido com o dos Muse, eu não acho, estes são mais calmos e menos chatos que os Muse. Apesar de serem menos chatos não consigo aguentar o cd inteiro seguido. É para tomar em pequenas doses
Depois fui para 1 trio de excelência, qual deles o melhor cd?
Isis "Panopticon", Cult of Luna "Salvation" e Neurosis "the eye of every storm"
Partilham características comuns, um som com que mistura registos ambientais com momentos de pura exaltação. Não são de audição fácil, não se trata de metal para consumir sem prestar atenção, mas a experiência é avassaladora.
Para mim o melhor dos 3 é sem dúvida o de Cult of Luna, provavelmente o melhor cd do ano, é como se os GYBE se tivessem dedicado ao metal, é um 10/10.
Depois ouvi Threshold "subsurface" dentro de 1 registo mais progressivo para fãs de Dream Theater e afins, do ponto de vista técnico são excelentes e as músicas bem construídas mas não é bem o meu género.
Seguiu-se Textures "polars", banda holandesa que parece agradar tanto a criticos como aos fãs.
Este é o seu album de estreia e que estreia, o som parece uma mistura das guitarras de Meshuggah (com riffs matemáticas) com a bateria de Fear Factory(nos seus gloriosos dias).
Depois surge jazz pelo meio que até nem combina mal ao contrário do que poderia parecer. É dificil caracteriza-los quando misturam estilos tão diferentes, mas pelo menos não se tornam previsiveis.
Scarve "irradiant" trata-se de death metal moderno (adoro estas categorias) ou como eles próprios se classificam new age death metal. É rápido, muito agressivo, bem tocado, bem produzido mas não muito original.
E deixei para o fim aquele que tinha mais curiosidade em ouvir, o novo album de Elend "sunwar the dead". Convem referir que os Elend não são uma banda de metal, trata-se de 1 projecto Austriaco-Francês? (a parte do francês não tenho a certeza) de música neo-clássica.
Imaginem que os Dead Can Dance se convertiam ao lado negro, aí teriam os Elend, é a demonstração que pode-se chegar a algo diabolico e pesado usando instrumentos clássicos, é a banda sonora perfeita para filmes de terror.
Ainda me ficaram por ouvir Unheart "the oncoming storm", Pelican "australasia", Jordan Rudess "rhythm of time" que ficam para uma próxima oportunidade.
Mais uma prestação eclética mas sólida deste DJ nortenho em ascensão.
Mais info sobre o evento aqui.
O pdp esteve lá em peso e gostou.


Passvite: Acção que pretende motivar mais e dar a conhecer uma selecção de jovens criadores na área do design. Consultar site.
Amanhã este projecto será apresentado no espaço Maus Hábitos.
Mais info aqui.
Mais um Ramone a morrer de cancro... coisa mais deprimente...
No passado Domingo tiveram o concerto a comemorarem o 30.º aniversário da banda e passado 3 dias...

Nada como começar o dia com este magnífico tema revisitado pelos 4Hero: "I Am The Black Gold Of The Sun", que pode ser encontrado no recente 4 Hero - The Remix Album
Esta música já vem dos tempos do "velhinho" (editado em 1998) Junglized 2 - Beauty And The Beat, também ele um excelente álbum, no entanto sempre que a ouço (o que já não acontecia há bastante tempo) faz maravilhas ao meu estado de espírito.
"The Remix Album kicks off with Nu Yorican Soul’s version of Rotary Connection’s I Am The Black Gold Of The Sun. The first three and a half minutes are a note-by-note replay of the underground classic. Nothing different, nothing new - even someone au fait with the original couldn’t tell the difference. But then there is a touch of magic: the vocals fade, some light Rhodes piano is introduced, two violins and a cello moodily ‘pull their strings’ (as in a Fifties Hitchcock film), followed by what is the most soulful, painfully unplifting of percussive breaks. The duo responsible for this wizardry are 4 Hero. And this second part of the track shows why the musical capital of the world is arguably not Nu Yorican Soul’s hometown of New York but 4 Hero’s London. "
Quanto ao "4 Hero - The Remix Album", ainda não o consegui ouvir todo, mas até agora tem sido uma surpresa bastante agradável. O álbum é composto por 2 CDs, o 1º, onde podem ser encontradas mixes que 4 Hero fizeram sobre trabalhos de outros artistas, todas pós 1998. O 2º, é composto por trabalhos dos 4Hero misturados por outros.
Sem dúvida, um álbum a ouvir.

Eddie Vedder and members of the Walmer High School Choir, from Port Elizabeth, South Africa, sing "Better Man" in a Seattle sound studio.
Deixo-vos com a lista de CDs que me acompanharam nas férias:
Blockhead- "Music by cavelight" (ninjatune 2004)
Bulllet - "Torch songs for secret agents" (looprecordings 2004)
Spektrum - "Enter the... spektrum" (PlayHouse 2004)
Wagon Christ - "Sorry i make you lush" (ninjatune 2004)
Skalpel - "Skalpel" (ninjatune 2004)
9 lazy 9 - "Sweet Jones" (ninjatune 2003)
Gilles Peterson - "Worlwide Vol.4" (talkin lound 2004)
Zen Rmx - "A retrospective of Ninja Tune remixes" (ninjatune 2004)
Luke Vibert - "Kerrier District" (rephlex 2001)

Recupero aqui a crítica de Vitor Balenciano, a propósito do lançamento do novo álbum de Earl Zinger - "Speaker Stack Commandments", publicada no jornal Público, que li enquanto estava de férias. Excelente do ponto de vista do enquadramento musical e do seu autor.
"Rob Gallagher é uma das personagens mais fascinantes da música urbana inglesa das duas últimas décadas. A meio dos anos 90, com os Galliano, que liderava, conseguiu grande visibilidade, mas as exigências do sucesso, nem sempre límpidas, da indústria da música incomodaram-no e submeteu-se a um silêncio sabático, interrompido em 2000, quando regressou com os TwoBanks Of Four na companhia de outro renegado do período acid-jazz, o ex-YoungDísciples, Demus Harris.
Os Two Banks Of Four lançaram dois excelentes álbuns, Gallagher acompanha regularmente Gilles Peterson nas suas sessões DJ e até formou a sua própria editora, a Red Egyptian. Não é um caso de sucesso à escala global, longe disso, mas nas margens mais influentes da música urbana é alguém com uma reputação sólida. Numa conversa recente com o Y confessou que tinha recebido propostas tentadoras para reactivar os Galliano, mas recusou. Dir-se-ia que não tem muitas razões de queixa. Mas Gallagher não têm paciência para com os procedimentos rotineiros da indústria. É azedo com eles e faz questão de o mostrar.
Fá-lo através de Earl Zinger, uma personagem por si criada que nos faz confundir realidade com ficção, uma espécie de figura da sombra que parodia a realidade mais mesquinha. Era assim no seu divertimento de estreia, o álbum "Put YourPhazers On Stun Throw Your Health Food Skyward", de 2001, e volta a acontecer três anos depois num disco ainda mais iconoclasta que o primeiro, com Zinger a revelar uma refinada ironia na forma como vai desfiando as suas crónicas de costumes. Em termos sonoros, volta a ser um disco ecléctico, despido de grandes artifícios, que revela o habitual estilo "crooner" de Gallagher, as influências das músicas da Jamaica (reggae, dub e dancehall),os jazzismos frenéticos, as deambulações hip-hop quase imperceptíveis e as movimentações electrónicas ritmadas, tudo mastigado pelo computador, cruzando de forma delirante peças que teoricamente nunca conseguiriam coabitar harmoniosamente.
"Speaker Stack Commandments" é um disco de dança oblíqua que se dança com um sorriso nos lábios, como se tivesse feito por uma espécie de Tom Waits londrino, de atitude canalha e apetite pela farsa." Vitor Belanciano in Y - Público - 3 de Setembro de 2004
By da way a nota que ele lhe dá é um 7/10. Eu já ouvi algumas x o dito álbum, mas ainda não estou em condições para lhe atribuir uma nota. Fica para 1 dia mais tarde.
Leviathan
Em 2003 penso que lá por Abril/Maio fui ver ao Hard Club os The Haunted, banda que me desiludiu um pouco ao vivo, o som estava muito muito alto e acabei com uma brutal dor de ouvido.
Mas o concerto valeu sobretudo pela descoberta de uma banda muito interessante os Mastodon, uma banda americana, que no seu album "Remission" misturavam hardcore com metal, e com uma técnico altamente complexa. As críticas adoraram o album ao ponto de os considerarem o futuro do metal.
Agora regressam com "Leviathan" para muitas pessoas (entre as quais me incluo) um dos albuns mais esperados do ano.
É complicado ser-se o sucessor de 1 album tão marcante quanto o "Remission", já se sabia que haveriam sempre vozes a dizer que se tinham vendido que estavam mais comerciais.
Bem o facto é que o album soa diferente e que nas 1ªs audições prefiro o "Remission" mas não me parece que sejam justas as críticas de que se venderam, parece-me que está mais acessível apesar de continuarem bem pesados e a rockar muito alto. É um daqueles cds que quanto mais se ouve mais se gosta e onde se pode sempre descobrir novas coisas.
Altamente recomendável.
Mind.in.a.box
Sem dúvida um dos projectos mais interessantes que ouvi nos ultimos tempos, a banda sonora perfeita para viagens ou para ficar a ouvir numa noite solitária. Mas ao mesmo tempo os ritmos fazem-nos querer mexer. Uma mistura perfeita de future pop, eurodance e trance. Participam no projecto Stephan Poiss e Markus Hadwiger. A procurar e a ouvir.

Há algumas semanas atrás vi pela 1ª vez, na SIC Radical, um videoclip que me despertou a atenção. À minha frente estava o Kalaf e eu estranhamente não conhecia a música. Digo estranhamente porque conheço vários dos projectos onde o Kalaf participa: Bulllet, Loopless, CoolHipoise, Space Boys (espero não me estar a esquecer de nenhum) e esta música não era de nenhum deles. Na altura não consegui saber o que/quem era. Fiquei com o bichinho...
Até que há dias num programa qualquer da SIC (acho que era o Cartaz) fiquei a saber quem eram os 1 UIK Project, e que em Setembro estreavam o seu 1º trabalho.
Ontem lembrei-me de fazer uma pesquisa e fiquer a saber um bocadinho mais sobre eles:
"Ontem, a noite esteve bem quente na "cave" da escola de jazz de Lisboa, no Hot Club. Foi a noite de apresentação de um projecto novo, 1-uik project, leia-se one week project e foi isso mesmo que os seus mentores fizeram, um álbum numa semana.
Lideram este projecto Lil'John (sintetizador e laptop), Kalaf(voz) e Riot (bateria) e juntaram-se ainda convidados especiais tais como, Badgi Lugano (elemento de Crazy Jungle Crew), Melo D, André Fernandes (guitarra) e João Moreira (Trompete). Experimentalismo e improvisação entre "escolas" diferentes, jazz, hip hop, bossa, spoken word... a ser editado pelos próprios lá para Setembro.
Dj Johnny da Cooltrain crew fez as honras da casa, abrindo a noite com um set de classe, recheado de temas clássicos...como não podia deixar de ser! "
in Black Mamba Quarta-feira, Junho 30, 2004
Sejam bem-vindos, cá estarei para vos receber.
Quando era jovem, e quase que não ligava à cena musical como agora, pode-se dizer que a banda que mais gostava e que mais me marcou na infância foram os Pearl Jam, principalmente pelas influência de um grande amigo meu e que tinha tudo, ou quase tudo, deles.
Depois fui-me afastando e a partir do album "Vitalogy" praticamente deixei de acompanhar o que eles foram fazendo, mas esta semana, dei de caras com um grande, grande concerto acústico dos Pearl Jam. Renasci!
Pearl Jam Live at Benaroya Hall


A Cassette Deck for the PC
"The PlusDeck 2 is a full-logic cassette deck for your PC. Use it to archive your old cassette tapes of 80s hair bands into digital media files for playback on your PC. Or better yet, archive your favorite audio files or streams onto cassette - perfect for playback in your '78 Midget that is still not sporting an in-dash CD player. (Those of you still in the 8-track days will have to keep waiting for a PC-friendly solution I'm afraid...)
Myself, I see the PlusDeck as the ultimate in retro-cool PC mods. Add a CoolerMaster Musketeer for the analog gauges, and you've got some nice old-school sweetness in your modern day gaming rig. "

"The only album released by Motorbass is a solid LP of retro-disco with minimal grooves and no more than a short vocal sample or two to drive most tracks. This sort of thing was much easier to take before Daft Punk upped the ante with Homework, but the attention to detail on tracks like "Ezio" and "Fabulous" make it a solid album" by Keith Farley
Artist:Motorbass
Album: Pansoul
Rating: ****
Release Date: Jul 1, 1996
Label: Cassius
Genre: Electronica
Styles: House, Electronica,Club/Dance
Só mesmo um disco como estes, para me manter desperto nesta bela manhã de 6ª feira 13.
The Lotus Eater
Aí está disponível mais 1 tributo aos Dead Can Dance, é 1 duplo cd com 25 músicas, e a escolha das bandas foi excelente e diversificada.
Se há algumas bandas que se colam muito ao original, algo que eu não gosto pois se é para ser parecido com o original mais vale ouvir o original, outras há que primam pela originalidade.
Em termos gerais a qualidade é muito boa mas as minhas versões preferidas são:
. Ulver, The Gathering (mesmo não sendo muito original é impossivel não ficar fascinado com a voz da Anneke), Antimatter, Faith and the Muse(das + originais), Black Tape, Anathema (muito intimista), Trail of Tears (mais metal)
Fica aí o alinhamento:
#1
Arcana - In the wake of adversity
Persephone - Spirit
Danny Lilker - Cantara
Ataraxia - Bylar
Faith and the Muse - Mesmerism
Trail of Tears - The arcane
Hortus Animae (com Liv Kristine Espenaes) - Windfall/ Summoning of the muse
Amber Asylum - Cardinal sin
Grido - Rakim
Anathema - How fortunate is the man with none
Imperia (Helena Iren Michaelsen) - The lotus eaters
Ephemeral Sun - Avatar
Sarah Jezebel Deve - The Wind that Shakes the Barley
#2
Black Tape For A Blue Girl - Fortune present gifts not according to the book
Jarboe (ex Swans) - American dreaming
Antimatter - Black sun
The Gathering - In power we entrust the love advocated
Nightfall - The obiguitous Mr. lovegrove
Darkwell - Anywhere out of the world
Green Carnation - Cantara
Ulver - In the kingdom of the blind the one-eyed are kings
Akrabu - Desert song
Noekk - How fortunate is the man with none
Imperial Black - Enigma of the Absolute
Secrets of the Moon & Nostalgia - The Protagonist
Monumentum - Windfall
Subterranean Masquerade - Summoning of the Muse (Deconstructed)
na continuação desta posta tenho a dizer que bulllet rula! fui ver na fnac de sta. catarina uma performance que começou mesmo à horinha. acho que perdi só uma música mas deu para apreciar todo o show multimédia (pouco) interactivo apesar dos convites insistentes de Kalaf a propósito do qual "outro membro chave é Kalaf. Poeta e mestre da palavra falada, Kalaf conferiu – ao vivo – outra dimensão aos Bulllet ilustrando com as suas imagens faladas uma música já de si poderosamente evocativa."
muito boa também a criação online de grafismos que eram projectados atrás da banda.
fiquei com vontade de ver um espectáculo completo deles.
mais info aqui
Pastperfect
E no mundo do EBM(Electronic Body Music) um nome sempre se destacou, os VNV Nation, o duo britânico que desde 95 marca as tendências do EBM e se nos albuns eles já são vibrantes nas actuações ao vivo são explosivos como fica demonstrado neste DVD agora lançado.
A parte do concerto gravada no festival mera luna é impressionante com uma chuvada incessante que torna o concerto ainda mais épico.
A minha única critica negativa a este DVD é o facto de o som ser só stereo e não ter a opção 5.1, de resto é 1 dvd bem completo especialmente esta edição especial. Fico à espera de uma actuação por cá, se os Covenant vieram porque não podem vir também os VNV Nation?
"Victory not Vengeance"
dvd 1
1 intro
2 kingdom
3 epicentre
4 honour
5 fearless
6 forsaken
7 genesis
8 darkangel
9 solitary
10 standing
11 beloved
12 electronaut
dvd 2
interview (part 1)
tour preparations
pastimperfect (tour impressions)
city special (paris, zurich, new york)
making "futureperfect"
cd-rom
"procession" - live at the wgt 1999
"standing" - live at mera luna 2000
"electronaut" - live backing video
interview (part 2)
band photos
E 3 dos mais importantes projectos no EBM e electro estão a preparar o lançamento de novos cds e as 1ªs amostras já se encontram disponiveis (vocês sabem onde) a saber:
Assemblage 23 "let the wind erase me" (mcd) provavelmente o melhor projecto de EBM que vem dos EUA, este mcd que antecede o album "storm" mostra os A23 com um som ainda mais complexo do que nos cds anteriores, mas sempre com uma sonoridade bastante dançável
Diary of Dreams "Giftraum" (mcd) um dos meus projectos preferidos. Ainda não ouvi o mcd por isso o máximo que posso fazer é esperar que este mcd esteja melhor que o anterior cd.
Hocico "Born to be (hated)" (mcd) estes mexicanos são dos mais corrosivos no mundo do electro só comparaveis aos alemães Feindflug e este novo mcd promete que essa fama de corrosividade vai continuar.
Devotional
Confesso sou 1 fã de DM e ainda os vou ver ao vivo um dia. E já está disponivel este novo dvd dos Depeche Mode, pelos vistos foi gravado durante a tournee de 1993 em Barcelona e Frankfurt, apesar de tentado não me parece que o vá comprar pois já tenho o live in Paris e o conteudo parece ser semelhante:
DISC ONE:
Devotional 94 mins
A performance filmed by Anton Corbijn
1 Higher Love 07:18
2 World In My Eyes 06:01
3 Walking In My Shoes 06:38
4 Behind The Wheel 05:35
5 Stripped 05:05
6 Condemnation 03:55
7 Judas 04:58
8 Mercy In You 04:15
9 I Feel You 06:56
10 Never Let Me Down Again 04:46
11 Rush 04:37
12 In Your Room 07:27
13 Personal Jesus 05:40
14 Enjoy The Silence 06:30
15 Fly On The Windscreen 05:11
16 Everything Counts 05:28
Bonus tracks from the Devotional performance
1 Halo 4:40
2 Policy Of Truth 5:06
DISC TWO:
Devotional live projections
1 Walking In My Shoes 6:21
2 Stripped 5:01
3 Condemnation 3:43
4 Judas 5:38
5 I Feel You 6:50
6 Never Let Me Down Again 4:45
7 In Your Room 6:29
8 Enjoy The Silence 7:30
Promotional videos
1 I Feel You 04:30
2 Walking In My Shoes 03:30
3 Condemnation (Paris Mix) 04:57
4 In Your Room 04:48
5 One Caress (US Video) 04:00
6 Condemnation (Live) 3:11
MTV Documentary "Depeche Mode Rockumentary" 22:30
Monologue by Anton Corbijn 8:20
Devotional Tour Programmes
TOTAL: approx 3 hours 26 min
Fico Assim Sem Você
Avião sem asa, fogueira sem brasa
Sou eu assim sem você
Futebol sem bola. Piu-Piu sem Frajola
Sou eu assim sem você
Por que é que tem que ser assim?
Se o meu desejo não tem fim
Eu te quero a todo instante
Nem mil alto-falantes
Vão poder falar por mim
Amor sem beijinho,
Buchecha sem Claudinho
Sou eu assim sem você
Circo sem palhaço, namoro sem amaço
Sou eu assim sem você
To louco pra te ver chegar
To louco pra te ter nas mãos
Deitar no teu abraço, retomar o pedaço
Que falta no meu coração
Eu não existo longe de você
E a solidão é o meu pior castigo
Eu conto as horas pra poder te ver
Mas o relógio tá de mal comigo
Eu não existo longe de você
E a solidão é o meu pior castigo
Eu conto as horas pra poder te ver
Mas o relógio tá de mal comigo, por que?...poooor que...
Neném sem chupeta, Romeu sem Julieta
Sou eu assim sem você
Carro sem estrada, queijo sem goiabada
Sou eu assim sem você
Por que é que tem que ser assim?
Se o meu desejo não tem fim
Eu te quero a todo instante
Nem mil alto-falantes
Vão poder falar por mim
Eu não existo longe de você
E a solidão é o meu pior castigo
Eu conto as horas pra poder te ver
Mas o relógio tá de mal comigo
Eu não existo longe de você
E a solidão é o meu pior castigo
Eu conto as horas pra poder te ver
Mas o relógio tá de mal comigo, por que?...poooor que...
Lembrei-me de ouvir o mitico ep Under the moonspell dos Moonspell porque lá existe uma faixa "Chorai Lusitânia" onde a guitarra portuguesa combina de uma forma perfeita com o som black metal que os Moonspell tinham na altura. É curioso que no 1º album Wolfheaft as músicas que mais despertaram a atenção dos estrangeiros foram as que eram em português quer fosse na totalidade ou só em parte, era a caracteristica distintiva e a prova que mesmo no metal se pode pôr um pouco da alma lusitânia.
Ando meio atrasado nas audições das novidades mas andam por aí uma boa fornada de cds a saber:
Primordial "dark romanticism"
Agathodaimon "serpents embrace"
Borknagar "epic"
e para quem gosta de um metal mais old-school Rhapsody "the dark secret"

BULLLET
Torch Songs For Secret Agents
31.07. SÁB 17HOO FNAC GAlASHOPPING
31.07. SÁB 22HOO FNAC NORTESHOPPING
01.08. DOM 17HOO FNAC STA. CATARINA
"O projecto comandado por Armando Teixeira editou recentemente o segundo álbum, Torch songs For 5ecret Agents, onde investe um pouco mais em canções de recorte clássico, com batidas vagamente hip-hop, 'samples'de jazz, easy-listening, sofisticação, humor e fantasia. Mas Bulllet em palco são mais, muito mais. Um espectáculo multimédia, em que para cada música é criado um desenho em tempo real." in FNAC Agenda
Armando Teixeira não é propriamente novo nestas andanças. Passou por projectos como os Boris Ex-Machina, Bizarra Locomotiva ou os Ik Mux (situados nos campos da electrónica), e foi membro dos Da Weasel.
O músico é também líder e mentor dos Balla, que já editaram 2 álbuns.
O primeiro álbum de Balla (com o mesmo nome) foi definido assim:
"Canções de feição pop com recurso, via samplagem, a uma confluência de inúmeros géneros musicais desde diversos ritmos latino-americanos, ao som lounge, a cenários de música para filmes eróticos (bem presente em apetecíveis faixas como "Lânguido" ou "A Importância do Olhar", com os coros de Patrícia Silveira e Patrícia Antunes a conferirem decisivamente a ambiência)."
A capa do segundo Balla, "Le jeu", editado em 2003:


"Em Dezembro de 1999, a Nylon Discographics lançou a compilação Showcase que se propunha dar a conhecer o trabalho dos mais interessantes projectos na área da música electrónica e de fusão em Portugal.
Nos últimos quatro anos, a Nylon Discographics e os seus artistas, obtiveram um vasto reconhecimento e uma sólida reputação internacional pela sua música de qualidade com um "cheirinho" à portuguesa.
Como cidade cosmopolita com fortes ligações à África de expressão portuguesa e Brasil, Lisboa é local de experimentação e cruzamento de influências musicais. Showcase representa essa dinâmica reunindo faixas dos últimos lançamentos da Nylon - Loopless e Spaceboys, com músicas de artistas presentemente a trabalhar em novos álbuns - Cyz, Shelter Av., Orlando, Cláudio Andrade e Mr. Spock, e ainda faixas de Shrimp, Precyz, Cool HipNoise e Hipnótica.
As remisturas de Howie B, Mo´Horizons, Afro Mystik, Sofa Surfers e a participação de Gilberto Gil, enriquecem com a sua mestria o mais internacional dos Showcases até à data, num claro indicador da vitalidade da Nylon no final de 2003."
Esta nota introdutória da loja online CDGO, resume bem o que está à volta dos "show cases" da editora Nylon. Acrescentaria apenas que, a Nylon é uma ideia de Tó Ricciardi e André Roquette, ambos responsáveis pelos estúdios Som de Lisboa, e de Pedro Passos. Os 3 são também responsáveis por algumas músicas que se encontram nestas colectâneas.
Eu sou daqueles que não ganhou o amor pelo nacional apenas com o Euro2004, já cá estava antes, há bastante tempo. Por isso fico sempre contente quando algo de interessante se faz no nosso país, que seja motivo de orgulho (pelo menos do meu). A este respeito, há muito que me habituei a não esperar muito da área da música nacional. No entanto, tenho sentido melhoras significativas nestes últimos anos, a editora Nylon é bem um exemplo disso mesmo. Vários dos artistas nacionais que participam nos showcases, tem também outros projectos em conjunto com bastante valor, é o caso, por exemplo (os que conheço trabalho), dos SpaceBoys, dos Loopless, dos Precyz e Cool HipNoise.
Da lista dos 3 showcases já editados, as minhas notas mais positivas vão para o 1º editado no longínquo ano ;) de 2000 (salvo o erro) e para este último. A ouvir!
Amanhã prometo colocar aqui as capas de cada uma destas compilações. Não tenho aqui comigo os 3 CDs. As ilustrações são sublimes!

Artist: 9 Lazy 9
Album: Sweet Jones
Rating: ****
Release Date: 2003
Label: Ninja Tune
Genre: Electronica
Styles: Trip-Hop, Ambient, Breakbeat
"Keir Fraser and James Braddell return once again to their 9 Lazy 9 moniker after a three-year absence. Sweet Jones is the group's best yet, on par with the high standards of Braddell's Funki Porcini records as of late. Like Funki Porcini, 9 Lazy 9 make relaxation records for the spaced-out adding a breezy Mediterranean feel comparable to Atom Heart's dope and pina colada excursions. Electronic horns and xylophones rub against a handful of guest musicians"

Artist: Wagon Christ
Album: Sorry I Make You Lush
Rating: não disponível
Release Date: Jul 13, 2004
Label: Ninja Tune
Genre: Electronica
Styles: Trip-Hop, Ambient, Breakbeat, Downbeat
"Luke Vibert is one of a new breed of European club music experimentalists whose work spans several genres simultaneously, and is one of a very few of that set to make any headway with U.S. audiences. A native of Cornwall, Vibert's work has been compared with other West Country bedroom denizens like Aphex Twin and µ-Ziq, although his output over the past few years has been far more eclectic than that connection would seem to imply. Beginning with tweaky post-techno and moving through ambient and experimental hip-hop as Wagon Christ and, more recently, experimental drum'n'bass as Plug, Vibert has explored the outer reaches of post-techno electronica without sounding hasty or swank."
AllMusic
Se vivesse menos a norte era aqui que ia estar no próximo fim-de-semana:
| STAGE 1 Chemical Brothers DJ Vibe Felix da Housecat Rui Vargas Leeroy Thornhill (ex-Prodigy) Justin Robertson Faze Action (DJ Set) STAGE 2 Carl Craig Presents Tres Demented Live Fila Brazillia (DJ Set) Soul Jazz Records Soundsystem Andy Smith (Portishead DJ) 4-Hero (DJ Set) Different Drummer Alex Sparrow | ![]() |
"Chemical Brothers, Andy Smith, Leeroy Thornhill, 4-Hero (DJ Set), Felix da Housecat, DJ Vibe e Rui Vargas são alguns dos confirmados, por enquanto, para o cartaz do Festival República Independente.
Em relação ao local, fica situado nos terrenos próximos ao Krazy World, em Algoz, perto de Albufeira. O parque temático tem uma área total de 70 hectares, 20 dos quais reservados a animais selvagens da Amazonia, mini-golf, Petting Farm, Feira Popular, piscina e restaurantes.
Além das atracções musicais, o República Independente também propõe um novo conceito de festival, com mostras de desportos radicais, exposições com artistas graffitti e espectáculos de animação de rua." in Cotonet.iol.pt
(nota: para ir ao link da animação clicar aqui)
"Ricardo e Sá Pinto (Sporting C.P.)
com a participação especial da filha de Sá Pinto, Leonor (6 anos)
Se tu queres jogar tens de treinar,
No campo vais treinar, suar.
Com a tua equipa vais ter de contar,
O jogo partilhar, passar.
Ele um dia sonha ser, jogador de futebol.
Ele um dia sonha ser, jogador de futebol.
Veste a camisola e pratica na escola,
Um dia sonha ser jogador!
(bis)
Com um bom guarda-redes é diferente,
E o defesa ajuda, sempre.
O médio distribui, num jogo competente,
A bola ao avançado, à frente.
Tens de acreditar para marcar,
Na baliza acertar, brilhar,
Tudo pode mudar, se alguém contra-atacar,
P’ra bola tirar há que fintar!
Ele um dia sonha ser, jogador de futebol.
(...) bis
Vais p’ra rematar e acertar,
Mas outros vão tentar barrar.
A bola vais passar, p’ró amigo chutar,
Na rede a bola entrar, ganhar!
(instrumental)
Se tu queres jogar tens de treinar,
No campo vais treinar, suar.
Com a tua equipa vais ter de contar,
O jogo partilhar, passar.
Ele um dia sonha ser, jogador de futebol.
(...) bis
Letra: Benedita Simas
Música: Bernardo Rão
Arranjos: Óscar Lopes"
Crítica muito isenta ;)
Além do CD consegui encomendar o quádruplo vinil, edição limitada de 2000 exemplares, por perto de 35 euros. Vale hoje, passados 15 dias, 250 euros.
O concerto é absolutamente magnífico, numa sala belíssima com acústica sublime.

If Eddie Vedder farted into a microphone, you can guarantee that someone, somewhere would buy it. Such is the level of devotion, nay fanaticism, that this band is capable of inspiring. With every show released as a double live CD and, occasionally, a DVD as well, the 'Pearl Jam' market is almost insatiable and here's another double disc set to further tempt the faithful. And very tempted they should be. With such a glut of product, it's lucky that Pearl Jam are one of the finest rock bands to emerge from the nineties. They show no signs of stopping, either, and might just end up as a 'Grateful Dead' for the 'E' generation. A thriving, passionate fan base, a healthy bootleg industry and the many noble causes of Eddie Vedder all point in that sort of direction. Just wait and see. 'JamHeads', anyone? Remember where you read it first.
So, anyway, what we have here is another of those double live discs, but this one is rather special and warrants your attention. For a start, it's an acoustic show and, being an acoustic show it's bloated full of polished little gems of songs. If you've kinda lost track of what the band have been up to lately, now's the perfect time to reacquaint yourselves with them. Over the last ten years or so, Pearl Jam have consistently produced album after album of top quality music that has more or less been ignored by the mainstream media, especially in the UK. That hasn't stopped them from selling out Stadiums in minutes, though, and the concert captured here sold out in just less than eight minutes. It's all for charity as well, wouldn't ya know, and the concert aimed to raise money for YouthCare, a non-profit organization that has looked after Seattle's homeless for the last thirty years or so. Visit the site YouthCare when you've a spare minute. Incidentally, only US sales of the discs produce any money for the charity and you might want to bear that in mind when ordering.
The key to Pearl Jam is to understand that the spaces between the music are as important as the music itself. It's very sparse music and this acoustic setting is the perfect showcase for it; the songs have a chance to breath and fill out. It's like the old jazz maxim, less is more, and the delicate soundscapes certainly benefit for being acoustic. The fragile, latticework-like arrangements are naked, spaced out and hanging together on the hook of Eddie Vedders' voice. Now, listen, if there's one voice in rock at the moment capable of sending shivers up the spine every few seconds it's Vedder. If you want proof of that, listen to 'Nothing As It Seems' from this album. Slowed down, with it's simple chords strummed and lone soloing electric guitar it sounds like something Pink Floyd would have cheerfully killed for in 1978. It's big, epic and, my god, that voice. Vedder is mournful, sardonic and world-weary here, and conveys it to the listener with chilling conviction. It's pure emotion made vocal. More proof? Well, there's not another singer on the planet who could pull off an acoustic version of The Ramones' old chestnut, 'I Believe In Miracles' and not only does he pull it off, he makes it sound like something they wrote. Genius.
There are a fair number of covers on here that they cheerfully play with and make their own. Dylan's classic protest song, 'Masters Of War' is a logical choice for the outspoken Vedder and it's another of the albums stand out moments. Less obvious, and far more fun, is Johnny Cash's dark humor laden, '25 Minutes To Go' which sees Pearl Jam come over all C&W for a few minutes of light mayhem; again, Vedders voice conveys the dark humor wonderfully well. It's not all covers, of course, and the original stuff here is simply beautifully played. 'Round The Bend' sounds simply stunning, and 'Black' has never sounded so emotional as it does here. Again, that soloing, solitary electric guitar is the stuff dreams are made off. You also get a fine version of 'Man Of The Hour', the song they wrote for Tim Burton's 'Big Fish'; what more can you ask for? Well, if you asked for splendid, and slightly different, versions of 'Daughter', Parting Ways' and Thin Air' and many, many more, then you'd be in luck. You even get an acoustic version of 'Lukin', one of their thrashier numbers, which is hilarious yet lovely at the same time.
This is simply a beautiful, timely reminder of what a great band Pearl Jam are. If you've ignored them over the last few years then this is your chance to get back on board. It's also a great introduction to them, especially if your slightly bewildered by the vast amount of live albums they have, as it gives a hint of the range of emotions they're able to convey and rare indeed is the double live album that can comfortably be listened to in one sitting as this one can. Of course, the one group who'll need no encouragement are the 'JamHeads' who'll be salivating over this for months to come.
Há tempos sugeri aqui um disco em que Jan Jelinek participou como produtor. Hoje, recuo um pouco mais no tempo, e recomendo vivamente - para quem ainda não conhece - este excelente Loop-finding-jazz-records, de sua autoria.

Artist: Jan Jelinek
Album Title: Loop-finding-jazz-records
Date of Release: Feb 6, 2001
AMG Rating: * * * * */2
Genre: Electronica
Tones: Soothing, Hypnotic, Laid-Back/Mellow, Ethereal
Styles: Glitch, IDM
Imagem e Dados retirados do All Music Guide

Artist: Beanfield
Album Title: Seek
Date of Release: Mar 23, 2004
AMG Rating: * * */2
Genre: Electronica
Tones: Carefree, Elegant, Sophisticated, Stylish, Rousing, Freewheeling
Styles: Jazz-House, Broken Beat
Imagem e Dados retirados do All Music Guide
A mim este disco surpreendeu-me pela positiva, estava à espera de algo mais mortiço, mas saiu-me um CD bem alegre, fácil de ouvir, bem disposto. Ideal para se ouvir nesta estação em que o calor aperta.
Como já "postei" aqui há umas semanas John Cage pertencia à corrente chamada de indeterminismo que defendia que a aleatoriedade deveria ser essencial quer na composição que na execução da obra.
Partindo desse pressuposto de aleatoriedade poderia-se pensar que as suas obras soariam muito a "sem sentido" pois bem a realidade é completamente contrária e neste "in a landscape" encontram-se das mais belas obras alguma vez feitas para piano.
John Cage é sem dúvida um dos mais brilhantes compositores do séc. XX e ao contrário de muitos outros a sua obra é bem acessivel. Agora vou investigar mais a obra dos serialistas esses sim penso que vão dar luta.
É um lugar comum dizer que determinada música deve ser ouvida às escuras para melhor ser apreciada, se isso é um exagero na maior parte das vezes neste é essencial. A música dos Sunn o))) não é propriamente easy listening e requer muita atenção e várias audições para entrarmos num estado hipnótico. Apesar de serem longas e poderem parecer repetitivas elas não são de modo nenhum chatas.
A sensação de uma viagem sem destino por um espaço imenso vêm-nos logo à ideia sendo que na primeira música há um misto de fascinio vs medo, aquele fascinio que apesar do medo nos faz abrir uma porta não nos preocupando com o que poderá estar do outro lado.
Na 2ª musica Bassaliens os sons das guitarras que surgem a momentos são acompanhados por feedback e a mim faz-me lembrar mergulho em apneia, não que eu alguma vez o tenha praticado, mas suponho que se o fizesse ia sentir a mesma sensação que esta musica me provoca, um relaxamento imenso, uma completa despreocupação em relação a tudo, um doce chamado da morte.
Para finalizar temos decay2 (nihils' maw) sendo a maior com 25:18 é também a mais ambiental com vocalizações de um texto em sanscrito, mas lá por ser ambiental não é easy listening e requer uma audição activa.
Ouvi no cabaret da coxa e não resisti a relembrar este grande exito do Tony Carreira, disfrutem
SONHOS DE MENINO
Lembro-me de uma aldeia perdida na beira, a terra que me viunascer
Lembro-me de um menino que andava sózinho, sonhava vir um dia aser
Sonhava ser cantor de cantigas de amor
Com a força de Deus venceu
Nessa pequena aldeia o menino era eu
REFRÃO:
E hoje a cantar
Em cada canção trago esse lugar no meu coração
Criança que fui e homem que sou e nada mudou
E hoje a cantar não posso esquecer aquele lugar que me viu nascer
Tão bom recordar aquele cantinho e os sonhos de menino
Tenho a vida que eu quiz
Nem sempre feliz mas é a vida que eu escolhi
Infeliz no amor, mas no fundo cantor
A vida deu-me o que eu pedi
Se eu pudesse a voltar de novo a sonhar faria o mesmo podem crer
E aquele menino voltaria a ser
Os covenant vão estar no HC oh yeahhhhhhh, toca a contar os euritos

![]() |
O CD dos Dead Combo "Vol. 1" irá sair no dia 21 de Junho (hoje), com distribuição do jornal "Diário de Notícias" e vai estar disponível também nas lojas "FNAC".
"Algures no principio do séc XXI , juntaram-se à esquina , na cidade de Lisboa, dois músicos, um "cavalo de fogo" magro de 66 , solitário de cartola e face vincada, o outro alto de 70 vindo do meio escuro do Jazz, signo “cão”, ambos juraram vingar os mortos e fazer ressuscitar os vivos" in Site Dead Combo |
um disco que começa com uma musica que parece simon & garfunkel, tem pelo meio outra que parece cantada pelos a-ha deve deixar algo a desejar... ou não?
eu pessoalmente não fiquei muito impressionado... uma ou outra musiquita agradavel mas comparando com o anterior eu diria que fica uns furos abaixo... quer dizer... pelo menos abaixo daquilo que eu gostei no outro disco.
mais info
Uma 1ª parte da musica electrónica, Pierre Schaeffer começou por gravar sons "naturais" que depois usava nas suas composições, fosse fazendo tape-reverse ou overdubbing.
Pierre Schaeffer
Contrariamente ao serialismo que era bem objectivo e definido o indeterminismo tem muito de aleatoriedade quer na composição quer na execução da obra
John Cage
tudo que é acessorio é retirado, levando a nossa atenção para a forma básica, uso de repetições
Philip Glass
A estruturação completa de todos os componentes do som (tom, duração, dinâmica) ou seja a aplicação da técnica do serialismo a todos os outros componentes.
Boulez
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Messiaen
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Stockhausen
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Schoenberg criou a técnica de composição "12-tone" ou dedacafonismo, que é um sistema rigoroso de escrita musical na qual os vários elementos da peça são ordenados segundo uma sequência pré-determinada.
Schoenberg
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"já sabíamos o que se passava há algum tempo, mas pela revista danceclub ficamos a saber o ponto da situação. sam the kid ainda não se livrou de victor espadinha e do seu advogado, no célebre caso de "quando eu era novo havia uma coisa muito bonita, que era a sedução". para quem não sabe ainda: um 'sample' da voz do senhor espadinha incluído do «beats vol. 1», gerou a polémica sobre os direitos autorais. o ping-pong surge pelo facto de a voz ter sido obtida não de um disco ou qualquer registo de obra protegida, mas sim através de uma entrevista na televisão. ficamos a saber também que o diabinho vermelho que costuma estar num dos ombros de espadinha dá pelo nome de tozé martinho, seu amigo e advogado. foi este senhor (recém licenciado) que tenta ser actor há bastantes anos que convenceu o outro senhor que também tenta ser actor há muitos anos que havia caso para sacar algum dinheiro extra ao pobre samuel. como sempre, a lei irá interpretar o caso e decidir o vencedor e vencido, mas estes casos flutuam acima da lei, numa espécie de versão empírica e emotiva dos artigos legislativos. ou aceitamos a lei à letra ou achamos que a mesma está errada e é injusta. neste caso em concreto - aliás, o primeiro caso português de 'sampling' ilegal - a divisão ocorre automaticamente entre os amantes de música, e, do outro lado, os que simplesmente acham que o respeitinho é muito bonito, que isto nem tem nada a ver com a música, que o samuel até deve ser bem intencionado, até gostam de hip hop, até gostam de todos os tipos de música... e blá blá. agora há as merecidas férias grandes dos juízes e juristas, mas o desfecho está para breve e será acompanhado aqui como o mesmo fervor que os media dão ao caso casa pia" Enviado pela A n A n A n A |
Pearl Jam To Release
“Live At Benaroya Hall October 22nd 2003”
First-Ever Full Length Acoustic Performance
Album To Be Released At Retail July 27th
Pre-Orders Available at www.pearljam.com Beginning June 21 With Band Poster for $13
Seattle - Twelve years ago, Pearl Jam performed a rare acoustic show for MTV as part of the “Unplugged” series. Although the performance was never officially released, it continues to be one of the band's most bootlegged shows. On July 27th, 2004, Pearl Jam fans can satiate their acoustic appetites with the band's first ever full-length, mostly acoustic live show on a double disc CD entitled “Live at Benaroya Hall October 22, 2003” (distributed though BMG and Ten Club).
”Live at Benaroya Hall October 22, 2003” will feature the band's 2+ hour, sold-out performance on October 22, 2003 at the intimate 2,500-seat venue which marked the first live performance of Pearl Jam’s Golden Globe nominated song “Man of the Hour” as well as acoustic covers of Bob Dylan’s “Masters of War”, the Ramones’ “I Believe in Miracles” and Johnny Cash’s “25 Minutes to Go.”
Pre-orders for the CD will be available at www.pearljam.com beginning June 21 for $13USD. Only CDs ordered through the Pearl Jam Ten Club will include a special poster featuring a photo of the band taken at the Benaroya show by renowned photographer Charles Peterson. A special limited edition vinyl box set will also be available through the band's website only and will also include the poster.
The Benaroya Hall show was a benefit for YouthCare, a non profit organization providing a range of comprehensive services for Seattle's homeless and at-risk youth for the past 30 years. A portion of the proceeds from the sale of the CD will also benefit YouthCare. For more information on YouthCare, please visit: youthcare.org.
“This was one of those special shows, but because it was not part of the 2003 tour bootleg series and fans were asking for it, and because of the unique nature of the performance itself– it being the band's first full length acoustic show- it felt like a show we should give fans the chance to own,” said band manager Kelly Curtis.
Reviews from the Benaroya show were glowing:
“…the concert brought especially stirring performances from Vedder and guitarist McCready, who received several ovations.”
-Gene Stout, Seattle Post Intelligencer.
“With or without juice, Pearl Jam puts on an electrifying show.”
“The encore provided some of the finest moments of the evening, from a bone-tingling version of Victoria Williams “Crazy Mary,” … to the plaintive and plainly beautifully “Black.” For the latter, Vedder turned the mike toward the audience, and with some 2,500 people singing along, it was dramatic and moving.
-Tina Potterf, The Seattle Times
“Things didn't quite go as advertised: McCready and Ament plugged in for a few select numbers, and [Boom] Gaspar's organ was juiced throughout. That's not to mention the full-blown, electric delivery on the night's feel good finale, “Yellow Ledbetter.”
“[Vedder's] solo delivery of 'Dead Man' was one of the nights highlights, promptly topped, upon the band's return, with a chilling delivery of Dylan's war protest song [Masters of War].”
-Ernest Jasmine, Morning News Tribune
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Artist: The money penny project Title: The money penny project Date: 1998 1. French Is Beautiful - 6:14 2. Clarisse C - Edit 98 - 4:29 3. Le Bonheur - 2:10 4. Le Cercle De Minuit - 7:08 5. Le Cauchemar De James - 4:56 6. Projection Privée - 4:53 7. Easy Experiment - 4:44 8. The Robot - 6:21 9. Epicurism - 6:40 10. AFX - 4:08 |
Obrigado dona Muma.
It is the passion flowing right on through your veins
And it's the feeling that you're oh so glad you came
It is the moment you remember you're alive
It is the air you breathe, the element of fire
It is that flower that you took the time to smell
It is the power that you know you got as well
It is the fear inside that you can overcome
This is the orchestra, the rhythm and the drum
Com uma força, com uma força
Com uma força que ninguem pode parar
Com uma força, com uma força
Com uma fome que ninguem pode matar
It is the soundtrack of your ever-flowing life
It is the wind beneath your feet that makes you fly
It is the beautiful game that you choose to play
When you step out into the world to start your day
You show your face and take it in and scream and pray
You're gonna win it for yourself and us today
It is the gold, the green, the yellow and the grey
The red and sweat and tears, the love you go. Hey!
Com uma força, com uma força
Com uma força que ninguem pode parar
Com uma força, com uma força
Com uma fome que ninguem pode matar
Closer to the sky, closer way up high, mais perto do céu, mais perto do céu!
Com uma força, com uma força
força!! força!!
Com uma força que ninguem pode parar
Com uma força, com uma força
força!! força!!
Com uma fome que ninguem pode matar
força!! força!!
SEXTA 11 JUNHO | STONE SOUL PICNIC | GILES PETERSON (Wup: PEDRO TENREIRO)
Depois de uma sessão excepcional em 2001, que por ele foi destacada nas melhores do ano, com direito a saudações à "crouwd do trintaeum" em directo do seu programa de rádio "World Wide" da BBC, G.P. regressa para mais uma sessão de qualidade e vanguardismo musical.
Gilles Peterson (www.bbc.co.uk/radio1/urban/peterson) não escapa ao título de responsável por uma nova página da história da música, com um trabalho por demais marcante.
"Um dos mais conceituados Dj dos nossos dias, o suiço cresceu em Londres, cidade que viria a adoptar como epicentro de uma nova forma de combinar música, onde o urbano se abria a sons de jazz, funk, soul, soul, bossa nova e hip-hop.
Foi ele um dos fundadores da famosa etiqueta Acid Jazz (a casa de artistas como Brand New Heavies, Jamiroquai ou Mother Earth), que acabou por dar o nome aos novos sons que iam invadindo o globo.
O jazz estava nas pistas de dança, para desespero dos puristas mas para gáudio de quem se apercebia do que isso significava: o renascer do interesse pelo jazz no seio de gerações mais novas e a projecção de artistas do género que tinham estado afastados da ribalta."
S.Pe. (PUBLICO.PT)
Retirado da mailing do 31

Nota de rodapé: O design é cá da casa.
Tirando o fiasco da Britney já comentado ainda vi mais umas coisinhas...
Ben Harper de quem sou fiel seguidor, vi quase tudo. Gostei bastante mais do concerto no Atlantico no ano passado... este cheirou-me a repetido e muito mais padronizado.
Vi as últimas músicas de Metallica e até foram giras... do tempo do Kill'Em All de que foi ouvinte em tempo idos.
Incubus ouvi duas músicas e chegou... fraquote...
Ouvi no 1.º Domingo um moço que cantava num inglês esquisito, sempre com a mesma guitarra que afinava ao fim de cada canção. As músicas eram basicamente repetições incessantes de 2 ou 3 acordes ou de um qq riff... Ainda não sei quem eram... nem preciso de saber.
E ouvi e vi para ai uma hora de Slipknot... Digo já que se tivesse 14 ou 16 anos seriam a banda da minha vida (pelo menos nesta semana)... Absolutamente poderoso, demolidaor e com uma coreografia a gosto, apenas incoerente pela exibição de garafas de 25cl de água mineral... Não deveria ser sangue (mesmo que fosse a fingir)?
Notem que não conhecia mesmo nada dos moços, nem música, nem videos, por isso foi um bocado surpreendente...

Não estive presente, e como tal não posso opinar sobre a melhor actuação do RIR. Ainda assisti a alguns concertos na televisão, mas em troca de informações com o João Gonçalves (Rocksound), aqui fica a grande revelação do RIR, na sua opinião.
AMPARANÓIA ! ! ! !
"Que festança linda. Espírito Manu Chao, mas no feminino." (tirado do Forum Sons)

Vi uns 10 minutos salteados. Disse para mim próprio que era impossível tanto $$$ para alguém vir fazer playback.
Hoje a ouvir rádio ficou confirmado: é consensual que o concerto foi quase na totalidade em playback, não assumido e muito mal executado...
Ele há coisas....
PS: as tais de Sugarbabes já tinham feito o mesmo (playback) mas neste caso assumido.
Ai meu deus este era o dia perfeito para 1 ataque terrorista no rock in rio, eu não estou a dizer que gostava que houvesse 1, mas se os membros da al qaeda não tiverem nada para fazer este sabado. Além disso imaginem as receitas em termos de turismo de fãs da Britney que viriam a Portugal ver o local onde ela tinha ido pelos ares. Até se podia fazer o memorial Britney Spears.

Aí está uma noticia que me enche de alegria, depois de no ano passado terem passado por LX (a foto é 1 bilhete desse concerto) eis que regressam, mais uma vez para actuar no lindissimo (e a precisar de obras) teatro Ibérico, andei a ver se descobria umas fotos dele mas nada.
Vão dar 2 concertos dias 10 e 11 de Setembro, a lotação da sala está limitada a 150 pessoas e às más noticias são que os bilhetes não são baratos €35 por 1 noite, €60 por ambas e eu bem que queria ve-los buahhhhhhhhhh, da ultima vez trouxeram o Antony dos Antony & the Johnsons.
Mais info
É dia de metal no rock in rio, se fosse há uns anos atrás lá estaria eu nas primeiras filas a fazer headbanging, mas a verdade é que aquelas bandas já não representam o que de melhor se faz no metal, o que já vem sendo hábito no rock in rio.
Incubus e Slipknot nem comento.
Moonspell ainda vá lá, o ultimo album não está mal e parecem voltar aos seus melhores dias, são sem sombra de duvida a banda portuguesa mais conhecida no mundo (Madredeus keep on dreaming), mas fazer 1 concerto ainda com o sol a bater não é muito excitante, não percebo porque não ficaram antes dos MetallicA.
Sepultura, desde que saiu o Max Cavalera deixei de seguir o percurso desta que já foi 1 das mais famosas e seguidas bandas de metal do mundo, sempre com albuns cheios de originalidade onde se mistura o metal cru com sonoridades tribais
MetallicA, foi a minha banda da adolescência, ouvi milhares de vezes os seus albuns em especial a dupla maravilha Master of Puppets, And Justice for All, eram a banda perfeita, não faziam cedências ao comercialismo, tecnicamente perfeitos e com letras contestátarias.
O melhor concerto de sempre a que assisti foi a sua 1ª passagem por Portugal em 16/06/1993 foi 1 sonho/pesadelo tornado realidade, de arrepiar do inicio ao fim.
Depois disso veio o album Load e o concerto em Belem em 1996 já não foi a mesma coisa, as músicas dos novos albuns já não eram perolas mas sim simples músicas, valeu pelas músicas antigas.
Sempre que sai 1 cd deles há esperança, mas a esperança é cada vez menor de que eles voltem a algo de grandioso, vivem da fama adquirida e nada de bom se espera deles. MetallicA (1983-1996) R.I.P.
ORLANDO, Florida — The biggest rock band of the past decade has broken up.
After nearly 10 years together and more than 24 million albums sold, Creed have decided to put an end to their string of multiplatinum records and chart-topping singles. The choice was made months ago, when guitarist Mark Tremonti and singer Scott Stapp reconvened after a yearlong hiatus and ran into problems.
http://www.mtv.com/news/articles/14...?headlines=true
biggest quê?????
a man lies in his bed in a room with no door
he waits hoping for a presence, something, anything to enter
after spending half his life searching, he still felt as blank
as the ceiling at which he's staring
he's alive, but feels absolutely nothing
so, is he?
when he was six he believed that the moon overhead followed him
by nine he had deciphered the illusion, trading magic for fact
no tradebacks...
so this is what it's like to be an adult
if he only knew now what he knew then...
i'm open, i'm open
come in, come in, come in
i'm open, i'm open
come in, come in, come in
lying sideways atop crumpled sheets and no covers
he decides to dream...
dream up a new self for himself
12. I'm Open
Written By: Vedder, Irons
Album: No Code
Release Date: 1996-08-27
Found On: No Code

Precisava de ouvir algo mais mexido, por isso recorri a Alcachofa, produzido em 2003, por Ricardo Villalobos.
Para quem gosta de música electrónica, minimalista de batida forte e ainda não conhece Villalobos, recomendo vivamente.
"Instead, at Alcachofa's heart beats a more steady rhythm, pumping out fragile melodies painted with small yet precise brushstrokes."
-Scott Plagenhoef, September 19th, 2003
Não estou a falar das empresas em redor da eterna Rotunda dos Produtos Estrela (ou como os aburguesados lhe chamam Rotunda AEP) mas na Discoteca em frente à Praia do Molhe (por seu lado o local ideal para tomar um pequeno almoço de Abril a Junho pelas 10:30 da manhã em dia da semana).
Já lá não ia há muito tempo mas não me arrependi. Já não tendo idade para grandes folgazanas optei pelo horário de bar/café das 24:00 às 2:30.
O espaço está giro e com bons truques a dar sensação de maior dimensão que a real. Alguns níveis de conforto para mim essenciais: locais disponíveis para sentar, pouco fumo, quando o calor começou a apertar o ar condicionado devolveu-nos o conforto.
O DJ de serviço no bar (pelo que me informei estreante) esteve em bom plano preenchendo esta fase inicial da noite, antes de dar lugar a batidas mais dançantes pelas 2:30. A selecção musical foi aprimorada e ideal para uma conversa calma com um groove de fundo muito cool. Se por vezes o volume elevado parecia já começar a incomodar vinha uma pausa de 1 ou 2 segundos entre faixas que surpreendia, prendia a atenção para o que ai vinha, e depois nos permitia seguir perdidos em conversas paralelas. Pode ser um estilo que crie raízes.
Para este efeito de bar (ou até de café, bebida que tb servem) de início de noite o espaço marca pontos, incluíndo o pormenor de não ter consumo mínimo obrigatório.
Primeiro o Zé Pedro deixou o álcool e drogas.
Agora no novo disco inserem um papelinho com:
"queres imagens dos xutos no teu telemovel? 1,5€ com IVA incluido"
Foi o fim. Luto ao defunto.

(lies, lies, lies, lies, lies...)
(lies, lies, lies, lies, lies...)
how does he do it? how do they do it? uncanny and immutable
this is such a happening tailpipe of a party
like sugar, the guests are so refined
a confidence man, but why so beleaguered?
he's not a leader, he's a texas leaguer
swinging for the fence, got lucky with a strike
drilling for fear makes the job simple
born on third, thinks he got a triple
blackout weaves its way through the city
blackout weaves its way through the city
blackout weaves its way...
i remember when you sang that song about today
now it's tomorrow and everything has changed
a think tank of aloof multiplication
a nicotine wish and a columbus decanter
retrenchment and hoggishness
the aristocrat choir sings, "what's the ruckus?"
the haves have not a clue
the immenseness of suffering
and the odd negotiation, a rarity
with onionskin plausibility of life
and a keyboard reaffirmation
blackout weaves its way through the city
blackout weaves its way through the city
blackout weaves its way...
i remember when you sang that song about today
now it's tomorrow and everything has changed
i remember when you sang that song about today
now it's tomorrow and everything has changed
changed, changed, chains, etc...
Written By: Vedder, Gossard
Album: Riot Act
Release Date: 2002-11-12
Found On: Riot Act, I Am Mine Single

Artista: Télépopmusik
Álbum: Genetic World
Data de lançamento: 2002
o jazze duarte gosta de nos dar música mais propriamente 5 minutos de jazz.
durante esta semana estamos a ser contemplados com umas músicas do colectivo lusófono TGB.
muito recomendável. ainda podem ouvir hoje e amanha na antena1 antes das 20.00
"TGB é o nome de um trio que surgiu por indução de Alexandre Frazão, como aposta numa formação inusual em termos instrumentais, quer pelo tipo da combinação dos mesmos quer pelo lugar móvel que estes ocupam na pirâmide tímbrica.
O som TGB move-se num terreno próximo de formações clássicas inusitadas como: Jimmy Giuffre Trio (clarinete, guitarra, trombone), Paul Motian Trio (saxofone, guitarra, bateria), John Zorn "News from Lulu" (saxofone, guitarra, trombone) Tiny Bell Trio (trompete, guitarra, bateria).
O reportório viaja pelo próprio "sketch book" dos tês músicos, bem como por compositores pragmáticos ou Picassianos (Monk, Dolphy, Powel) cujo relevo melódico rítmico é tão abrangente, que permite as mais audaciosas inversões instrumentais.
Assim este triângulo variável explode nos ritmos de Alexandre Frazão sopra na Tuba irrequieta de Sérgio Carolino e rebate nas cordas de Mário Delgado"

O Mestre está de volta com um EP "On Your Feet". A crítica da Boomkat:
"This brand new EP of tracks from the talented Mr Herbert appears to round up tracks recorded over the last couple of years that did not fit into any of his ongoing album projects. First up are four tracks from his soundtrack to a film called 'Le Defi' - most successful is the ill-click-disco-funk-stomper 'On Your Feet', followed by a crazy but genius cover of 'Singing In The Rain' by the Matthew Herbert Big Band. 'Skate House' rides an early Herbert house groove with some nice jazzified keyboard touches and last up for the a-side is 'Can Can' which sways and rocks in a minimal Wishmountain stylee. On the flip the politically titled 'The Beauty Of The Dream Vanished and Breathless Horror and Disgust Filled My Heart' twists and turns in a style similar to the awesome Radioboy album 'The Mechanics Of Destruction' but with a heavier sonic intent. Lastly and best track of the EP is 'Wake Up' featuring the gorgeous vocals of Dani Sicilliano. A minimal military jazz drum shuffle ala jazz brushes on drum sweep up into Dani's vocals. Double bass, deep keyboard drones and wiggedy flips complete this winning track. A bargain EP. Buy! "

Quando surgiu e após as primeiras escutadas não muito atentas, fui crítico porque me desiludiu.
Tenho a consciência que ouvir um CD enquanto se trabalha, não é a melhor forma para se descobrir todos os pormenores que, muitas das vezes, as músicas têm para nos oferecer; que não é a melhor forma de por vezes aprender a gostar dum CD.
Este álbum intimista dos Air é de facto bom, muito bom mesmo.
Media Fights for Free Speech
Free-speech advocates demand an end to FCC indecency crackdown
Since Janet Jackson's super Bowl striptease, the Federal Communications Commission has fined broadcasters more than $1.5 million, busted NBC for Bono's accidental use of the f-word and ruled that fart sounds are against the law.
Posted: Thu May 13, 2004 3:02 am Post subject:
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http://www.rollingstone.com/news/newsarticle.asp?nid=19716
Now, media companies, artists' unions and free-speech advocates are fighting back. A group of twenty-four organizations -- including Fox, Viacom and the Recording Industry Association of America -- filed a petition on April 19th asking the FCC to reconsider its ruling against NBC for broadcasting Bono's comment of "fucking brilliant" at the 2003 Golden Globe Awards.
According to the seventy-page-plus document, the Bono decision reflects a radical shift in policy that is unconstitutional because it limits free speech. "The FCC announced a standard that would allow it to censor all kinds of things -- anything considered blasphemous, coarse or vulgar," says Robert Corn-Revere, counsel for the petitioners. "It puts the commission in the role of regulating taste."
The petition includes several examples of pop culture's retreat from free expression. Rock radio in particular has undergone a major shift: Stations all over the country, the petition notes, are dropping or editing dozens of songs, including the Who's "Who Are You," Lou Reed's "Walk on the Wild Side," Pearl Jam's "Jeremy" and John Mellencamp's "Jack and Diane." According to the petition, a Clear Channel programmer combed through the song database for five Denver stations and made changes to everything from Steve Miller's "Jet Airliner" to Nine Inch Nails' "Closer." A spokesman for Clear Channel, which owns 1,200 stations, says, "Local managers make their own programming decisions." Cleveland classic-rock station WNCX 98.5 has yanked Warren Zevon's "Lawyers, Guns and Money," Pink Floyd's "Money" and several other classics.
"It's absurd," says Reed. "It's like being censored by a squirrel. It's beneath me, it's beneath all these artists. It's done by people who are very pious and stupid."
NBC didn't sign on to the petition but filed one of its own the same day. Both filings ask for the FCC to reject its own ruling -- which is unlikely. Legal experts predict that the Bono battle will proceed to court, where it might not be resolved until next year.
In the meantime, Viacom president Mel Karmazin remains the media business's most vocal FCC opponent. In a conference call with Wall Street analysts on April 25th, he said that Viacom will comply with the FCC's new stance while also fighting back. "We are adjusting the programming, we're putting things on delays," he said. "At the same time, we are aggressively going to take the FCC to court if the opportunity presents itself, because we believe what they are doing is not appropriate."
DAMIEN CAVE
(May 11, 2004)
nirvana, pearl jam, temple of the dog, soundgarden, faith no more, mudhoney, stone temple pilots, smashing pumpkins, etc...
tudo começou, para mim claro, com nirvana e pearl jam, depois as outras bandas apareciam naturalmente, por causa do hype que se gerou, por causa da sonoridade apelativa, porque quem me fornecia conteudos ;) estava nesta onda, etc, etc.
ainda gosto de ir ouvindo nirvana, nao sou fanatico por pearl jam (outro bloguistas daqui têm esse exclusivo) mas aprecio, fiquei-me pelo superunknown do soundgarden e pelo Angel Dust dos faith no more dos quais relembro o concerto no pavilhão do bessa em 1993 (penso eu), interessante também Siamese Dream dos smashing e dos mudhoney... bem nao consigo citar de cor nada deles...
seguidamente seguir-se-iam certamente outras sonoridades mais sonicas mas isso fica para outro dia.
sonoridades cortesia jorge, nunoP, speculare
mais referencias por aqui

Passaram ontem os 7 segundos iniciais da canção Yellow Ledbetter dos Pearl Jam no último episódio da série Friends.
Os moderados apreciaram o momento históricos e lembram como os Green Day ficarão para sempre na história por terem uma canção no último episódio de Seinfeld.
Os fanáticos estão histéricos ao ver a sua banda de sonho, eternamente alternativa, sucumbir às forças do coorporativismo, encarnadas neste caso numa série de TV de grande popularidade.
Os mais fanáticos ainda, dizem que certamente eles não tiveram nada a ver com o assunto, e que foi a Sony, detentora dos direitos de todo o catálogo da banda, que autorizou e vendeu a dita participação (que foi inclusive anunciada em spots publicitários).
O leitor deste post pensa: who cares?

Não conhecia, não sabia quem era o artista, apenas sabia que era hip-hop. Obrigado Soulseek e F. Sons.
Intenso é a única palavra que me vem à cabeça. A boomkat fala assim dele:
This is one of those rare albums that comes along every so often, changes the rules, works from start to finish and ends up paving the way for countless immitators and generic plagarists. Be clear about it – there will be few albums this year that will touch the depth and utter innovation on display here, there will be few listens that move us in a way the Shadow Huntaz seem to manage so effortlessly. The process itself is an ode to technology : files exchanged, reworked and passed on across 3 MC’s (Breaff, Dream and Non) spread across Chicago, Atlanta and L.A, and 2 producers (the brothers Funcken, better known as Funckarma) nestled in the Netherlands – emailed, downloaded, re-shaped, manipulated, cut-up, chewed up and spat out with absolute killer control and self assurance. The result is something which defies categorisation - it’s hip hop certainly, the production is deeply electronic – but there are no pretentious conceits or pointless edits. Everything works, every note, beat, effect, splice-up, distortion, every word serving a purpose. Unlike Prefuse and his countless peers, the idea isn’t to re-model hip hop into a pallatable electronic form, nor is there any pretence that this is a straight up b-boy selection. Instead the focus is on absolute depth and devastation at every turn – the bass always wobbling depper and deeper, the vocals transposed with a rough-edged vulnerability that rings true regardless of the venom or pensiveness with which its delivered. It’s an album that sounds like it was constructed over many years huddled in a studio together, it defies belief that what you’re listening to was pieced together as a patchwork of downloaded files, isolated vocals and widespread ideas – you will hear few albums as coherent or as organically evolved as this. In short – we implore you, whatever music it is that you like – buy this immediately and watch it grow. Stunning.
bem-vindos ao apogeu da velha guarda do gangsta rap.
com og original gangster ice t, fez algum furor em 91/92 mais ao menos pela altura dos motins de LA.
uma cassete manhosa que me passou pelas mãos nessa altura deu-me a conhecer esse som, que para além da sonoridade relativamente desconhecida para mim trazia mensagens de revolta contra algo que nao me dizia nada como guetto, gangs, color codes, drive-by shootings, etc e que provavelmente por causa disso tanto me encantava.
nada como um cassete vhs com 4/8 h de yo mtv raps (quando a mtv era só por satélite e ainda era a versão americana) para entrar na onda, public enemy, house of pain, naughty by nature, cypress hill, sir mixalot, and so on.
mistura ecletica mas necessaria para quem estava a conhecer o mundo do rap. referencias portuguesas só mesmo com o general d (cadê ele? bem, mas também... who cares...). claro que tanta falta de acesso a conteudos também me levava a aceitar com alguma naturalidade outras xaropadas do tipo (podem começar a rir) mc hammer ou (agora podem começar a rebolar pelo chão) vanilla ice.
sons cortesia isac, jorge, fernando
links maravilha: allmusic

Vale a pena ouvir. Saiu este ano, é nova iorquino. Não conhecia de lado nenhum. Não tenho jeito para críticas musicais, o album, começa com músicas melacólicas, tremenda solidão e depois arranca para ambientes alegres, hip-hop instrumental e batidas funk. Para uma crítica aprofundada aqui. Belo disco.

"a convite da cinejazz e em associação com esta, o trintaeum irá ter na queima das fitas do porto, uma tenda da sua responsabilidade. este projecto denominado 31cinejazz terá início no próximo sábado1 de maio e cuja programação se segue:
SÁBADO 1 MAIO
vídeo: the man with the movie camera
dj's: trintaeum sound lobby
DOMINGO 2 MAIO
vídeo: one night with blue note
dj: daniel fm special erasmus session
SEGUNDA 3 MAIO
vídeo: rechenzentrum - director's cut
dj's: projecto 70set
vj: Lomo Gang
TERÇA 4 MAIO
vídeo: ZEN tv (ninja tune recordings)
dj's: hooked on classics - emerson fittipaldi vs jackie stewart
QUARTA 5 MAIO
vídeo: studio one story
dj's: 31 dj rookie futurstars - pedro morgado, guana, lourenço magalhães, miguel abreu+hugo pinto
QUINTA 6 MAIO
vídeo: massive attack eleven promos
K7 showcase
dj's: kikas (rádio nova)
andré cascais
SEXTA 7 MAIO
vídeo: daft punk & leiji matsumoto's INTERSTELLA 5555
laurent garnier unreasonable live
dj's: joão costa (groove spectrum)
pedro tenreiro (dancin' days)
SÁBADO 8 MAIO
vídeo: the man with the movie camera
dj: trintaeum stereosound - rui trintaeum"
Retirado de http://www.trintaeum.com/
Primeiro foi a desilução quando soube que Richard Dorfmeister vinha ao Clube portuense Indústria, agora, quando recebo este email da A n A n A n A.

"... a fundação de serralves disponibilizou-nos novamente algumas entradas
para uma noite repleta de interacções musicais, em duas partes:
o quarteto de sei miguel e
o trio de david toop, rafael toral & sei miguel.
joão paulo feliciano irá manipular um cubo de luz
modulado pelos sons dos músicos presentes.
noite musical em complemento à exposição de joão paulo feliciano
inaugurada a semana passada.
para ganharem uma entrada apenas terão que nos dizer duas coisas:
quem já passou musicalmente por serralves este ano,
e quem gostariam que por lá passasse.
respostas e sugestões até ao final da próxima quinta-feira.
os concertos são no auditório da fundação de serralves,
este sábado, dia 8 de maio, 22 horas" in info@ananana.pt
No próximo fim de semana estou nas Penhas da Saúde.

Ouvi hoje de manhã na rádio e que saudades.
"Eram uma vez os três, os famosos moscãoteiros
do pequeno Dartacão sempre companheiros;
os melhores amigos são os três moscãoteiros,
quando em aventuras vão, são sempre os primeiros.
Quando eles vão combater já não há rival algum,
o seu lema é um por todos e todos por um.
O amor de Julieta é o Dartacão,
ela é a predilecta do seu coração.
Dartacão Dartacão
correndo grandes perigos
Dartacão Dartacão
persegues os bandidos
Dartacão Dartacão
e os três mocãoteiros, que longe vão chegar
Dartacão Dartacão
és tu e os teus amigos
Dartacão Dartacão
em jogos divertidos
Dartacão Dartacão
e os três moscãoteiros a lutar."

Artist: Etienne de Crecy Presents Super Discount
Album Title: Super Discount: The Album
Date of Release Oct 14, 1996
Genre Electronica
SONGS
1. Le Patron Est Devenu Fou! performed by Minos Pour Main Basse - 10:07
2. Prix Choc performed by DeCrecy - 8:52
3. Super Disco performed by Alex Gopher - 6:35
4. Soldissimo performed by Air - 5:24
5. Affaires a Faire performed by Chatte Rouge - 5:46
6. Tout Doit Disparaître performed by Minos Pour Main Basse - 6:24
7. Tout a 10 Balles performed by DJ Tall - :09
8. Liquidation Totale performed by DeCrecy - 6:18
9. Les 10 Jours Fous performed by Mooloodjee - 8:31
10. Destockage Massif performed by Alex Gopher - 3:40
11. Fermeture Definitive performed by Mr Learn - :16

Artist: Daft Punk
Album Title: Homework
Date of Release: Jan 20, 1997
Genre: Electronica
SONGS
1. Daftendirekt (Bangalter/DeHomem-Christo) - 2:44
2. WDPK 83.7 FM (Bangalter/DeHomem-Christo) - :28
3. Revolution 909 (Bangalter/DeHomem-Christo) - 5:26
4. Da Funk (Bangalter/DeHomem-Christo) - 5:28
5. Phoenix (Bangalter/DeHomem-Christo) - 4:55
6. Fresh (Bangalter/DeHomem-Christo) - 4:03
7. Around the World (Bangalter/DeHomem-Christo) - 7:07
8. Rollin' & Scratchin' (Bangalter/DeHomem-Christo) - 7:26
9. Teachers (Bangalter/DeHomem-Christo) - 2:52
10. High Fidelity (Bangalter/DeHomem-Christo) - 6:00
11. Rock & Roll (Bangalter/DeHomem-Christo) - 7:32
12. Oh Yeah (Bangalter/DeHomem-Christo) - 2:00
13. Burnin' (Bangalter/DeHomem-Christo) - 6:53
14. Indo Silver Club (Bangalter/DeHomem-Christo) - 4:32
15. Alive (Bangalter/DeHomem-Christo) - 5:15
16. Funk Ad (Bangalter/DeHomem-Christo) - :50
Esta informação foi retirada do AllMusic
Para desanuviar mais ainda.
Adoro este DVD.

este papel de parede, que recentemente foi pintado de verde e mais parece um recinto de futebol, com todas as polémicas que este envolve.

Artist: Blockhead
Album Title: Music by Cavelight
Date of Release: Mar 23, 2004
Genre: Rap
Tones: Brooding, Druggy, Nocturnal, Cerebral, Detached, Restrained, Hypnotic, Laid-Back/Mellow, Trippy, Reflective, Ethereal, Smooth
Styles: Underground Rap
Mais informação aqui.

Artist: Triosk (o grupo) / Jan Jelinek (o produtor)
Album Title: 1+3+1
Date of Release: Nov 2003
Genre: Electronica
Mais informação aqui.
Quando se ouve metal há 16 anos parece que os novos cds soam todos ao mesmo e em boa verdade isso acontece quase sempre, eis 2 excepções, os melhores cds de metal deste ano:
Eyes of Fire "Ashes to Embers" full review
Disillusion "back to times of splendour" full review
Estou a ouvi-lo neste momento: "Dig Your Own Hole".

Date of Release Apr 7, 1997
"Taking the swirling eclecticism of their post-techno debut, Exit Planet Dust, to the extreme, the Chemical Brothers blow all stylistic boundaries down with their second album, Dig Your Own Hole. Bigger, bolder, and more adventurous than Exit Planet Dust, Dig Your Own Hole opens with the slamming cacophony of "Block Rockin' Beats," where hip-hop meets hardcore techno, complete with a Schoolly D sample and an elastic bass riff. Everything is going on at once in "Block Rockin' ..." Continuar a ler em Allmusic.
SONGS/TRACKS
1. Block Rockin' Beats (Rowlands/Simmons/Weaver) - 5:14
2. Dig Your Own Hole - 5:27
3. Elektrobank (Rowlands/Simons) - 8:18
4. Piku (Rowlands) - 4:54
5. Setting Sun - 5:29
6. It Doesn't Matter - 6:14
7. Don't Stop the Rock (Rowlands/Simons) - 4:48
8. Get Up on It Like This (Rowlands/Simons) - 2:48
9. Lost in the K-Hole - 3:51
10. Where Do I Begin (Rowlands/Simons) - 6:51
11. Private Psychedelic Reel - 9:28
I
Salgueiros da tradição Tão velhinho e sempre novo Tu vives no coração Na alma do nosso povo
II
O teu passado de glória Sempre em nós está presente E a alegria da vitória Até faz cantar a gente
Coro
Salgueiros, meu Salgueiros Ontem hoje e sempre Tu serás o mais bairrista Salgueiros, meu Salgueiros Vive no peito da gente Sempre a alma salgueirista
III
A camisola encarnada Do meu velhinho Salgueiros Tem a tradição vincada No coração dos tripeiros Não há outro que te iguale nem com bairrismo mais forte Ser salgueirista afinal É ter alma do norte.
QUANDO?
No dia 24 de Abril pelas 23:00
ONDE?
Real Feitoria (Ribeira do Porto)
O QUÊ?
Ouvir Bossa Nova e Jazz (versões)
QUEM?
Uma amiga de uma amiga minha acompanhada por uns Srs. que eu não sei quem são.
A todos os que quiserem aparecer para dar apoio... e já agora para ouvir boa musica.

Vai ser pai. A mãe é jovem e modelo como convém a qualquer aging rockstar.
Pearl Jam was one of four honorees in the annual awards presented by the Pacific
Northwest chapter of the National Academy of Recording Arts and Sciences, the
organization behind the Grammy Awards.
http://seattletimes.nwsource.com/html/artsentertainment/2001901162_impact12.html
Aging Rockstars



* Título da música 7 do recente álbum "Summer Make Good" dos Islandeses Múm.
Com o que Nuno Galopim escreveu dia 2 de Abril no DN, a propósito da vinda dos Kraftwerk a Lisboa:
"No átrio do Coliseu ainda faltavam alguns minutos para as dez da noite mas o clima já era de festa, com um certo travo de respeito religioso. Músicos da praça"(a titulo de curiosidade, eu por exemplo vi o Pedro Ayres Magalhães e pelo menos um dos elementos dos Blasted Mechanism)", fãs de longa data, muitos, mesmo muitos, para celebrar a primeira visita em mais de 30 anos de um dos nomes mais determinantes da história da música popular. E como manda a precisão maquinal de que são expressão musical, os Kraftwerk não fizeram ninguém esperar nem mais um minuto."(eu que o diga, devemos ter entrado na sala uns 2 ou 3 minutos depois das 22.00, e já eles estavam em placo) "Às dez em ponto, a voz robótica que conhecemos de algumas composições clássicas de 70, anunciava ao público que enchia literalmente a sala que o espectáculo ia começar.
As cortinas abriram-se para, ao som de The Man Machine, revelar os quatro elementos do grupo estáticos em frente aos seus teclados e, por detrás, um gigantesco ecrã por onde evoluíram imagens digitalmente criadas, filmes vintage, referências claras às capas dos discos, palavras cantadas...
Extensão directa do conceito total que é a arte dos Kraftwerk,...Com um Coliseu rendido desde os primeiros instantes, o grupo alemão não só apresentou momentos seleccionados do álbum do ano passado (como Vitamin, Aero Dymanic, Electrocardiogram e diversas variações em torno do clássico Tour de France)...
Num dos encores abandonaram inclusivé o palco deixando-o entregue aos seus célebres robots, numa magistral celebração do tema The Robots... "(foi fantástico!)
"Firmes e hirtos por detrás do seu protótipo Kraftwerk 2002 (assim se chama o conjunto de máquinas em cena), os elementos do grupo ora surgiram vestindo fatos negros com gravata vermelha (à moda de finais de 70) ora envergando fatos luminosos segundo o traço digital sugerido na capa de Electric Cafe (1986)." (fatos espectaculares a fazerem lembrar a representação 3D de um corpo)
"Como numa celebração religiosa, a multidão recebia cada novo tema como uma benção. Não faltaram aqui e ali as palminhas tão lusitanas (confesso que me deixei levar pelo entusiamos e lá foi batendo palmas, palminhas). Mas aquela noite o Coliseu mais parecia uma galeria de arte, sob as regras de uma genial instalação pop. Fez-se história em Lisboa. Inesquecível!"

MusicPlasma. Interessante motor de busca, que utiliza o Macromedia Flash, como ferramenta que possibilita criar um cosmos musical.


excelente concerto. felizmente os meus receios de que poderia ser um concerto muito asseptico com 4 gajos atras dos seus laptops a mexerem num raton não se verificaram.
foi o verdadeiro espectaculo multimedia (ou como se dizia antigamente de luz e som) onde para além dos hits do ultimo disco também se assistiu à revisitação de todos (? eu acho que sim mas posso estar a esquecer-me de algum) os clássicos que os tornaram famosos: model, autobhan, radioactivity, robots, trans-europe express, music non stop, computerworld and so on and so on.
grande destaque para a encenação do robots com 4 robots a substituirem os seus pares humanos atrás dos sintetizadores. para quem não estava à espera (como eu) foi sem duvida uma surpresa e dos melhores momentos do concerto. gostei muito também da sequencia radioactivity - trans-europe express.
Eu fui. Foi agradavelmente bom.
Desta vez Ursula Rucker venho acompanhada, para além do guitarrista que a já a tinha acompanhado no BlueSpot, de um baterista. Diga-se também que este esteve encarregue das "máquinas sonoras".
Falta ainda dizer que estava uma quarta pessoa no palco, o 4º filho que Ursula carrega na barriga ;)
Ursula esteve muito bem disposta. É simpática e soube entreter e conversar com o público no intervalo de várias músicas.
Músicas essas que foram apresentadas com uma sonoridade diferente à que estamos habituados nos discos, provavelmente porque os meios são diferentes. Ursula não se limitou a tocar apenas trabalhos do último álbum, mas sim um apanhado de vários. Cantou inclusive um dos primeiros trabalhos em que tomei contacto com o seu nome, uma música dos 4Hero.
Foi também interessante vê-la por diversas vezes a fazer pequenas introduções para explicavar o tema e contexto da música seguinte.
No Rivoli estiveram cerca de 400 pessoas. Ou seja, diria que um pouco mais de metade do que a sala poderá levar. O balcão superior do Rivoli esteve praticamente deserto, apenas a plateia esteve bem composta.
Para a próxima marquem os concertos noutros meses que não apenas no mês de Abril.

déjate guiar y adelánte al futuro

Finalmente a Casa da Música tem um início de actividade previsto. Em 2005, no primeiro trimestre, deverão arrancar os primeiros eventos. Em termos de programação, perto de 50% dos concertos serão de música erudita, e o restante andará por world-music, jazz,fado, folk entre outros e iniciativas do Serviço Educativo. O número média de espectadores por concerto andará na casa dos 450, num total de perto de 340 espectáculos. Os responsáveis pela dinamização da Casa da Música, prevêem que o ano 2009 será o "ano cruzeiro" deste projecto que deveria estar concluído em 2001, quando o Porto foi capital europeia da cultura. A obra ficará concluída em Novembro deste ano.
ou a gaja chata como é apelidada por alguém aqui do papel.

Não partilho da mesma opinião e na próxima 4ª feira lá estarei no Rivoli para comprovar que gosto da sua música.
Mais informações aqui.
Fundador da label Get Physical Music.
Nascido em Dusseldorf, em 1969, Thomas começou a coleccionar discos aos sete anos, em plena era "disco sound ". Em 1975 radicou-se em FrankFurt, onde ainda hoje reside e trabalha. Em 1980 descobre o hip hop e o resto: o pós-disco, o electro-funk... Em meados dos anos 80 inicia a sua carreira como DJ, amador durante um tempo, profissional apartir de 1987. No ano seguinte Sven Vath " vicia-o " na acid-house e ,desde então, nada foi como dantes. Em 1989 cria a revista " Groove " ( da qual ainda hoje é editor ), além de escrever ensaios sobre a música electrónica de dança para os livros " Localizer 0.1 " e " techno ". Entre 1999 e 2003, co-dirigiu ( com Patrick Dechent ) o reputado clube Monza, em Frankfurt.
Como produtor, iniciou a sua carreira em 2001, em parceria com Steve Bug ( que, nem de propósito, foi o anterior - e excelente - convidado das sessões "IT´S AMAZING!", no passado dia 28 de Fevereiro ) com os temas " Shake " e " MonsterBaze ". A solo seguiram-se os maxis " Starlit / Electrofied " , " Gold Dreamer ", " Philly " e " Freemind ". No ano passado fez ainda, "remixes" para temas de Owusu & Green Thomilla. in "O Comércio do Porto" por Rodrigo Affreixo
Sábado 27 de Março de 2004 no INDÚSTRiA.PORTO.
Mais um clássico.
Play Kurt Weill e L'Eau Rouge foram talvez os melhores albuns de Young Gods.
Charlotte, September Song, L'Eau Rouge são canções que ficaram na minha memória.
e ainda bem que temos o soulseek para as relembrar.

É já no próximo dia 2 de Abril, que o PapeldeParede se vai deslocar a Lisboa, para assistir ao concerto dos Kraftwerk no Coliseu.

"4000 Miles", dos Blackalicious do trabalho editado em 2002, "Blazing Arrow".
Hoje saio mais cedo. Até amanhã.
Não vieram. Estavam em L.A. e já na Europa perderam a ligação para o Porto.
Fica para uma próxima.
Os meses que se avizinham, apresentam-se interessantes no que toca a oferta de concertos. Pena que a velha moda de algumas bandas/artistas só contemplarem Lisboa como o único local de actuação em Portugal, esteja novamente a pegar.
Para além do já falado atrás, concerto dos SPACEK, aqui fica uma lista.
URSULA RUCKER

31 de Março - Teatro Sá da Bandeira (*)
2 de Abril - Teatro Municipal São Luiz
KRAFTWERK

2 de Abril - Coliseu dos Recreios
ZERO 7

4 de Abril - Coliseu dos Recreios
5 de Abril - Coliseu do Porto
MICHAEL NYMAN

14 de Abril - Coliseu do Porto
15 de Abril - Coliseu dos Recreios
TINDERSTICKS (GALP LOUNGE TOUR)

16 de Abril - Coliseu dos Recreios
NITIN SAWHNEY (GALP LOUNGE TOUR)

16 de Abril - Coliseu do Porto
17 de Abril - Coliseu dos Recreios
MICATONE + SPACEBOYS (GALP LOUNGE TOUR)

17 de Abril - Hard Club - Porto
18 de Abril - AULA MAGNA
RODRIGO LEÃO + LOOPLESS (GALP LOUNG TOUR)

29 de Abril - AULA MAGNA
30 de Abril - Hard Club - Porto
LAMBCHOP

8 de Maio - AULA MAGNA
Excepto o (*) todos tem bilhetes à venda na Ticketline.
Pena que sejam quase todos em Abril, assim não há $ para todos. Será que os promotores não percebem isso? Será que há assim tanta gente para encher estes espectáculos? Ou será que esta lista abrange sobretudo núcleos diferentes de pessoas (tirando um ou outro caso, não parece que seja verdade)?
Já comprei o bilhete para KRAFTWERK, para SPACEK vou à pala ;)
Gostava muito de ir a LAMBCHOP, mas acho que não vai dar. Assim tirando os que já vi em anos anteriores (ZERO7 e TINDERSTICKS) e os outros que acabam por ficar inevitavelmente de fora, tenciono ainda ver URSULA RUCKER, MICATONE (de certeza) e ainda RODRIGO LEÃO + LOOPLESS.

ficou da altura do grunge e descoberta de sonoridades mais rudes / simplistas / estranhas (riscar o que não for) este disco de Lou Barlow & His Sentridoh
"The frontman for Sebadoh collected his previously released home recordings on this 23-song disc. The epitomy of lo-fi, most tracks are simply Barlow with a guitar or piano. The raw accompaniment complements his tender love songs perfectly, as on "Natural Nature" and "Spirit That Kills.""

Actuação ao vivo, amanhã às 00.30, no Indústria, Porto.
12.5€, à venda na Fnac e Ticketline.
"Uma das bandas que maior culto conquistou nos últimos anos em Portugal, os Spacek, estará no Porto a 20 de Março para um concerto ao vivo no Indústria.
Os Spacek são os convidados de honra para a festa de lançamento do primeiro CD ''Transcendances: new sound patterns'' da Groovement assinalando o início editorial da nova label do Porto.
A banda de Steve Spacek lançou o seu segundo álbum ''Vintage Hi tech'' no decorrer de 2003 confirmando a excelência estética revelado no estreante ''Curvatia''.
O resto da noite será complementado com as actuações dj´s Antonio Anves, Kaspar e Rui Torrinha do colectivo Groovement."

ao acordar,
ao fim da manhã,
depois do almoço,
ao lanche,
antes do jantar,
depois do jantar,
antes de dormir,
depois de sexo,
sabe sempre bem ouvir, este lindissimo cd dos Kings Of Convenience.

Só no passado domingo é que vi este filme de Michael Winterbottom, que em Portugal estreou decorria o ano 2000. Digo "só", porque faço parte do público alvo do filme, porque acredito que 24 Hour Party People, diz mais a quem viveu de alguma forma o fenómeno musical de Manchester, denominado "Madchester", que ocorreu entre 1976 (ano em que começa o filme) até final dos anos 80, iniciozinho dos 90.
Como filme não é por aí além, como "falso" documentário é delicioso. Falso documentário porque apesar de narrado por um dos seus protagonistas: Tony Wilson, cérebro da célebre Factory Records, fabulosamente interpretado por Steve Coogan, é feito de uma forma muito peculiar e porque mistura ainda um pouco de ficção com realidade.
O filme começa com o 1º concerto dos Sex Pistols, onde apenas estão 42 pessoas, algumas delas iriam + tarde ser elas próprias centro da atenção musical, como os Joy Division, New Order e Simply Red.
Mas 24 Hour Party People retrata sobretudo o aparecimento, a ascensão e a queda da Factory Records, bem como das bandas que lançou, como Joy Division, New Order, Happy Mondays.
Os Happy Mondays apesar de desconhecidos para muita gente em Portugal marcaram a minha adolêscencia (devo isso ao meu primo mais velho que já vivia a cena de manchester desde os depressivos, mas geniais Joy Division - momento lamechas do post)
Também por isso o filme é para mim ainda mais delicioso. Saber por exemplo que os manos Ryder foram gravar um álbum para uma ilha (Barbados) porque estavam demasiados viciados em heroína (isso não nunca foi novidade para ninguém) e vieram de lá viciados em crack, é uns dos momentos cómicos do filme.
De qualquer forma para quem não viveu "Madchester" este filme pode funcionar como um documentário, mais ou menos interessante. Dependerá de cada um.
A primeira retrospectiva a sério dos 15 anos da Ninja Tune.

Classificação: *****
“Deste DVD constam 19 artistas marciais do exército Ninja, num total de 34 vídeos, além de um “vídeo mash up”(um “VJ set”) da divisão oficial de VJs ninja, a Hexstatic, uma galeria de capas de discos e ainda uma faixa só de áudio (dj set). Na verdade, esta é uma pérola para simpatizantes Ninja, mas o seu interesse não se manifestam exclusivamente aos iniciados na causa. A maior parte destes vídeos são verdadeiros exercícios estéticos que exploram novas possibilidades de manipulação da imagem e da
sua sincronização com o som...” I.S. in DNMAIS
A lista completa do contéudo do DVD pode ser encontrada aqui.
Para além deste DVD a Ninja Tune editou ainda uma colectânea de originais e outra de remisturas.
À venda na ananana.
a voxx voltou a fechar.
vamos ver até quando.
http://ultimahora.publico.pt/shownews.asp?id=1187751&idCanal=88
Essa grande comunidade que é o Fórum Sons apresenta a primeira sessão.

Gabor Deutsch - "Contrast" (2001)


"The Space Between" que faz parte do último trabalho, "When It Falls" , dos Zero 7.
Quanto ao álbum em si, quanto a mim, 1s furos abaixo do seu magnífico antecessor.
Aliás, eu que tanto ansiava por um novo trabalho dos britânicos, quando ouvi pela 1ª vez "When it Falls" levei com um balde de água fria, do qual ainda não me refiz ;)

"DANTE CARFAGNA is co-authoring the exhaustive discography of American funk with JOSH DAVIS, but in his spare time he produces deeper-than-imaginable sample based soul music. Downtempo fans know his impossible to find 7"s, now MEMPHIX has released its first lp for headz.Melancholy and brilliant." in Groove Distribution
Não podia estar mais de acordo com esta última frase. Um albúm deveras relaxante.
Faixas favoritas:
01-neighborhood
04-comfortable with failure
07-keys to be
08-capsize
09-neighborhood (gentrified)
11-chalkies
Com especial destaque para a dupla keys to be e capsize.

Mais um grande lançamento em 2004. Já no PapeldeParede se falou das novidades de EL-P e de Beans, e agora o destaque vai para cLOUDDEAD. Trio formado por Doseone, why?, and Odd Nosdam em 2001, todos eles artistas a solo, aventuraram-se em conjunto e com um album que foi, de certa forma inovador. O som não era cristalino, não havia a rítmica usual do hip-hiop, foi um sucesso nesse ano. Agora, com o segundo album de originais "Ten", continuam dentro do mesmo estilo em que se notabilizaram e posso garantir-vos que estou a adorar.
Como não sou grande crítico de música, aqui fica o que disse a Pitchfork.
baile dos vampiros em noite de carnaval

Mas na mesma noite há mais música com os Dezperadose com os Freshkitos:
"No resto da noite do Baile dos Vampiros o mistério vai andar no ar. Primeiro, porque os Dezperados (dois DJ.s) prometem lançar música radioactiva, por detrás da mesa de mistura e por detrás de duas máscaras. porque .o segredo é alma do negócio.. Começaram no Lux e já espalharam o seu perfume por todo o lado. Nos seus sets tocam de tudo, desde que dê para dançar.
Diversidade e eclectismo noutro momento alto da noite. Os Freshkitos são um projecto recente, mas que promete arrasar o público do Teatro Sá da Bandeira. Os Freshkitos são Filipe Rodrigues (aka D.J. Phil) e Gustavo Pereira. A ideia é simples: revolucionar o .deejaying. . actuam com quatro gira-discos profissionais, dois leitores de cd também profissionais, duas mesas de mistura, um processador de efeitos e ainda um gravador de samples. A música é de dança, seja ela house, techno, electro, hip hop, disco, rock, punk, funk, sendo a única permissa exigida a qualidade.
No Sá da Bandeira. A não perder! "in Industria.Porto.Mailing.List
gosto muito...
deste álbum, "Map of What Is Effortless" dos Telefon Tel Aviv (Joshua Eustis e Charles Cooper)

e começa logo com uma potência de música: "When It Happens It Moves All by Itself". LINDA!
Música esta, que tem continuidade na seguinte:"I lied".
...
terminou a música e termina o dia. vou para casa dormir.
domingo musical
foi um fds em grande pra quase todos os posters deste blog.
domingo os him estiveram no coliseu do porto. aposto q o nosso amigo bibi (não, não é o pedófilo!) esteve por lá.
também no domingo, devem ter estado coladinhos à telinha da TV, os nossos amigos pvarela e nuno para ver nos grammy awards a actuação dos outkaste e britney spears. quanto ao nosso amigo joel, aposto que também este deve deu uma piscadela d'olho para ver a cantora cabo-verdiana cesária évora. a respectiva foto deve estar a aparecer por ai! ;)
só falta mesmo saber se os pearl jeam tiveram algum prémio carreira?
júlio pereira - "faz de conta"

hoje à hora do almoço vi uma mini-entrevista com o júlio pereira no programa da sic radical "tech.pt".
qual não foi o meu espanto, quando soube que o homem do cavaquinho foi um dos 1ºs músicos portugueses a utilizar computadores na produção musical dos seus trabalhos. mais, no ano que passou, dedicou-se às novas tecnologias e até já sabe programar em javascript. resultado, acabou de lançar um novo trabalho "faz de conta", um cd para crianças, mas como o próprio autor diz "não é um cd infantiloide". tem uma forte componente multimédia e pelas imagens que vi e pelo site que entretanto encontrei, tem muito bom aspecto. este trabalho conta ainda com a participação especial da sara tavares e ainda de sérgio godinho, eugénio de andrade entre outros.
Jazz em Português
Já aqui no blog se falou sobre o programa de apenas 5 minutos que passa na Antena 1, todos os dias quando faltam 5, 4, 3, 2, 1 para as oito da noite. Por essa altura normalmente estou no caminho do trabalho para casa, e como antes ouço o jornal de desporto na referida rádio, aproveito e ouço o José Duarte mostrar algumas pérolas do jazz mundial.
Durante este mês de Janeiro - que amanhã acaba em termos de edições deste programa - todos os dias durante cinco minutos pode-se ouvir algumas das melhores composições escritas/tocadas por portugueses. Algumas delas têm mais de 10 anos, mas nestas coisas, quando algo é bom fica para a eternidade, e durante 22 dias pude ouvir do melhor que se fez e faz em português. Espero que o José Duarte volte a pegar rapidamente nesta ideia e que dedique mais programas ao jazz nacional, porque na realidade, o que eu ouvi durante este mês tinha muita qualidade.
electro gugu
esta sexta dia 30 de janeiro no indústria do porto, o melhor dj do mundo...o meu irmão ;) que também faz parte do projecto freshkitos a par com o dj phil.
a noite toda estará a cargo do dj gustavo.
apontamento musical b0003
Gosto muito deste álbum:

(Lambchop -"Is a Woman")
TOP+...nostalgia
É sempre bom ver o TOP+ da RTP e recordar velhos clássicos...daqueles que eu já nem imaginava que ainda fazem (ou já fazem) colectâneas.
Ainda assim foi útil, deu para ver um videoclip de uma das músicas do novo dos Air.
4Hero ou não?!

Corre a noticia nos bastidores que não é nem Mark Clair nem Dego McFarlane que actuarão no próximo dia 24 no Rox. Mas apenas um DJ deles. Caso assim seja, é caso para dizer que é mais uma das palhaçadas que alguns dos promotores portugueses nos vão habituando e minando a confiança neste tipo de eventos. Não esquecer como já aqui foi referido num comentário, a banhada que aconteceu há uns anos atrás quando também foram anunciados os 4Hero para o Blue Spot, quando afinal não passava apenas um Dj do grupo.
Caso semelhante também já aconteceu uma vez com os Massive Attack no Pacha de Ofir (salvo o erro).
ZERO 7 EM PORTUGAL EM ABRIL
"Nos dias 4 e 5 do mês de Abril, os Zero 7 regressam a Portugal para apresentar o último trabalho do grupo, "When It Falls". No entanto, as datas e os locais ainda não estão confirmados.
ZERO 7
Recorde-se que o álbum "When It Falls" tem o lançamento previsto para o dia 1 de Março. Uma semana antes, está marcada a edição do single "Home".
Esta será a terceira vez que os Zero 7 vêm a Portugal, tendo-nos visitado por ocasião do Festival Sudoeste em Agosto de 2001, e na Aula Magna e Teatro Sá da Bandeira no Porto, nos dias 2 e 3 de Dezembro 2001, respectivamente. " in voxpop
falta grave

na minha listinha de 2003 esqueci-me de incluir o álbum "fractures" dos break reform. ainda por cima foi um dos que mais ouvi.
correção feita.
To Rococo Rot

Já aqui se tinha anunciado a vinda deles a Portugal. Ontem à noite, este trio germânico actuou na casa portuense: Indústria.
Apesar de ter gostado, ficou aquém daquilo que eu esperava e queria ver.
Para mim este tipo de música (electrónica com tendências minimalistas) tem regras de como ser bem ouvida:
- No conforto do lar, sentado ou deitado, deixando que a música que se propague corpo acima (frase linda!).
- No local de trabalho, só quando estamos sozinhos.
- Ou então, numa actuação ao vivo. Mas para que esta seja eficaz deve ser acompanhada de uma boa sessão de VJing, é fundamental dar forma ao som que ouvimos. Não foi isto que aconteceu ontem, por imposição dos artistas apenas uma luz branca esteve ligada e apontada para a sua actuação.
Para finalizar, será que estou a ficar velho, ou 1 espectáculo destes também deve ser visto sentado e não de pé rodeado de pessoas a conversar alegremente (aliás esta é uma tendência cada vez mais comum nas actuações a que tenho assistido ultimamente).
pearl jeam
para espanto meu este fds estiveram em grande nas tvs nacionais.
primeiro foi na rtp1, no sábado à noite, um concerto deles. confesso que foi bom recordar algumas músicas. o eddie é 1 senhor a cantar. de há tanto tempo de não o ver, já nem o reconhecia: barbinha feita, cabelo cortado, foi de mim ou está também mais gordo?!
depois ontem à noite, também na sic radical estava a dar pearl jeam ao vivo, não sei se era 1 concerto completo, mas pelo menos uma músiquita passou.
será o retorno de 1 ciclo?! ;)
dedicatória
este post foi dedicado a uma pessoal muito especial (q tb é poster do papeldeparede) que ainda não percebeu que existe vida depois dos pearl jeam! ;) :O
worldwide all winners 2003
já por várias vezes se falou aqui num certo programa de partilha de ficheiros que dá pelo nome de soulseek (ops...não era pra dizer, ai se a RIIA sabe!). graças a ele estou a ouvir uma gravação do programa do famoso e aclamado gilles peterson, é uma tracklist de 24/04/03 que dá pelo nome de worldwide winners 2003 part 1. está excelente! daqui seriam seleccionadas algumas músicas que surgiram mais tarde no worldwide all winners 2003.
música de 2003
Aproveito a sugestão do meu caro amigo naná (agora com nome de Homem, Nuno) e apresento a lista, ordenada alafabeticamente, dos CD's que mais vezes ouvi este ano, aqueles que mais interesse me despertaram.
Nunca fui muito apologista dos tops musicais, porque se sou capaz de definir 1 outro albúm que me marcou mais, fazer uma lista de 20 ou 30 torna-se muito mais complicado e subjectivo.
2 banks of 4 - three street worlds
alpha - stargazing
aphex twin - 26 mixes for cash (apenas o 1º cd)
baby mammoth - final
break reform - fractures
boozoo bajou - juke joint
dadamnphreaknoizphunk - lost and found
dimitri from paris - cruising attitude
dub tractor - more or less mono
fade out vision - mother earth
four tet - rounds
goldfrapp-black cherry
groove armada - love box
jaga jazzist - the stix
kraftwerk - tour de france
kyoto jazz massive - fueled for the future
madlib-shades of blue
matt elliot - the mess we made
massive attack - 100th window
micatone - is you is
moloko - statues
nicola conte & rosalia de souza-garota moderna
purple penguin - de tuned
ralph myerz & the jack herren band - a special album
rima - this world
senor coconut- fiesta songs
the cinematic orchestra - man with a movie camera
the dining rooms - tre
the quantic soul orchestra - stampede
tindersticks - waiting for the moon
tosca - Dehli9
trüby trio - elevator music
villalobos - alcachofa
A nível nacional o que me marcou mais foi:
balla - le jeu
loopless -nylon
mind da gap - suspeitos do costume
precyz - precyz
Ainda de 2003, mas que apenas ouvi já mesmo no fim de 2003,inicio de 2004:
air & baricco - city reading
robert wyatt-cuckooland
usrsula rucker - silver or lead
apontamento musical b0002
Ao procurar no Souseek o novo dos Air "talkie walkie", descobro este CD que até agora desconhecia: City reading (Tre Storie Western) - Air & Alessandro Baricco.
"City reading" seguiu-se ao '10,000Hz Legend' e foi gravado com a colaboração do escritor italiano Alessandro Baricco. Como o próprio nome indica é uma leitura do seu romance, "City".
Mistura de spoken words com poesia, é sem dúvida um registo musical muito interessante.

apontamento musical b0001
02."little by little" by groove armada in boozoo bajou - juke joint (2003)
16."right on for the darkness" by willi wright in boozoo bajou - juke joint (2003)

Dub Tractor - More or less mono
Mais um para a minha lista maravilha de 2003.

Think Twice
O nome de Ralph Myerz não é novo no papeldeparede, já aqui tinha sido sugerido por náná. Na altura não o levei tão a sério como devia, no entanto, algumas semanas volvidas e depois de muitas atentas e cuidadas escutadas, sigo o conselho de uma das faixas deste "Special Album" de "Ralph Myerz and The Jack Herren Band" e adianto que estará nos meus 3 magnificos de 2003;)

Sugestões musicais
As 3 proposta andam todas à volta do mesmo estilo musical. Que estilo é esse, perguntam vocês? No que diz respeito às novas tendências sinto sempre dificuldade em classifica-las. Por isso podem inclui-las no pacote de dub, dance, relax, sofa music, ...
Kraftwerk no Tour de France
Achei piada saber que o tema do Tour de France de 2003 foi composto pelos Kraftwerk.
Ouço um cd que há já algum tempo não ouvia, Geogaddi, dos Boards of Canada, editado em 2002. A música q está a rolar chama-se "Dawn Chorus".É linda!
Mais informações em AllMusic.com