Santana prometou descentralizar os ministérios, e já se torna evidente que não o irá cumprir.
Santana criticou o centralismo de poder dos ministros, falou em nomeações a nível nacional, e o actual grupo de ministros é practicamente todo da área de Lisboa.
Santana e Bagão falam insistentemente em baixar os impostos, nomeadamente o IRS. Vítor Constâncio, Governador do Banco de Portugal, já apelou por mais do que uma vez à necessidade de se prosseguir com a contenção da despesa corrente e para o "realismo salarial".