Os meus e de mais ninguém
Discos, discos... então e os filmes? Pois é!...
Embora sabendo que não venho aqui fazer nada que outros já não tenham feito algures, apateceu-me ainda assim registar os MEUS filmes de 2003 e trazer um pouco de cinefilia ao papeldeparede. Aí vão eles; aqueles que valeu mesmo a pena ver este ano (em ordem totalmente aleatória):
Apanha-me se Puderes, de Steven Spielberg
A Última Hora, de Spike Lee
Estranhos de Passagem, de Stephen Frears

About Schmidt, de Alexander Payne
Bowling for Columbine, de Michael Moore
Dogville, de Lars Von Trier
O Adversário, de Nicole Garcia

Cabine Telefónica, de Joel Schumacher
Swimming Pool, de François Ozon

Elephant, de Gus Van Sant
Cidade de Deus, de Fernando Meirelles
Adeus Lenine, de Wolfgang Becker
As Segundas ao Sol, de Fernando León de Aranoa

A Viagem de Chihiro, de Hayao Miyazaki
Mystic River, de Clint Eastwood
Na secção das Menções Honrosas, cabem os seguintes:
Longe do Paraíso, de Todd Haynes
Crueldade Intolerável, Joel e Ethan Coen
Jet Lag, de Daniel Thomson
O Inadaptado, de Spike Jonze
O Amor Acontece, de Richard Curtis
Destaque ainda para os filmes que não vi, por uma ou outra razão, mas que provavelmente teriam sido incluídos na primeira lista (ficam de reserva para 2004):
O Emprego do Tempo, de Laurent Cantet
Dogville Confessions, de Sami Saif

O Pântano, de Lucrecia Martel
Historias Minimas, de Carlos Sorin
Kill Bill, de Quentin Tarantino
Vai e Vem, de João César Monteiro
Roger Dodger, de Dylan Kidd
Young Adam, de David Mackenzie
India Song, de Marguerite Duras
Finalmente, o intragável de 2003:
Vidas a Nu, de Steve Soderbergh (ninguém é perfeito, de facto)
Publicado por sandramarques em dezembro 31, 2003 03:06 PM